E o boquete da Maíra do Big Brother?
Todo mundo viu o vídeo.
Não sei nenhum link, mas você acha fácil por aí.
Ela mostrou que tem realmente uma garganta profunda e engoliu, sem nenhum trocadilho, a parada com dignidade.
Achei foda. Principalmente por ela assumir a feitoria de um boquete tão meia boca como aquele.
Se tivesse sido um boquetão daqueles, ela poderia bater no peito com orgulho e dizer: tá lá, é meu, fui eu que fiz.
Sendo o boquete fraco que é, é impressionante que ela tenha tido a coragem de assumí-lo.
Boquete é uma arte. Tem nega que sabe fazer e tem nega que não sabe.
Ela não sabe.
É aquele boquete que o cara aceita por educação.
Já tá lá mesmo, ele deu uma chupada bacana na moça e ela quis retribuir.
Ele aceitou, porque ainda queria enfiar o aipim no juicer dela.
Mas é ÓBVIO que ela ficar enrolando com a caceta na mão não é o que se espera de um boquete.
Meninas, aprendam: aquilo que ela fez é uma video-aula de como não se deve fazer um boquete.
Mas falando sério agora: é ainda motivo de tanta celeuma um boquetinho?
Esse país é uma choça, mesmo.
À merda.
Agora mesmo, enquanto você lê este post, tem pelo menos (numa estimativa modesta) umas 200 mil pessoas, apenas na cidade de Salvador, com a rola de alguém na boca.
O boquete, o amor romântico e o bidê se popularizaram.
Entendamos isso e deixa o povo chupar a jeba de quem quiser.
Lá ele.
Infelizmente, neste momento, meu pinto não faz parte da estatística.
Mas seria legal.
Se alguma leitora viu o vídeo da mocinha do BBB e acha que pode fazer melhor, favor entrar em contato.

