Pra esclarecer minhas promessas
Quando eu digo “hoje tem”, pode ser que tenha.
Mas quando eu digo “num tem”, amigo, aí é que não tem mesmo.
Só pra esclarecer.
Ah, e hoje tem. Pode aguardar.
Quando eu digo “hoje tem”, pode ser que tenha.
Mas quando eu digo “num tem”, amigo, aí é que não tem mesmo.
Só pra esclarecer.
Ah, e hoje tem. Pode aguardar.
… anda bem lamentativo, hein?
Vamos prum bar hoje?
Eu vou.
Provavelmente.
Mas tô muito a fim de fazer uma coletânea dos melhores (?) posts daqui.
Sugestões?
Me relembrem coisas que escrevi. Não lembro nem do que almocei, quanto mais o que ainda tem graça después de um ano de posts.
Conto com vocês.
Ah. e o negócio da festinha que foi comentada nos (dã) comentários: poderia rolar na quinta feira da semana que vem, né? Meu brodi Drubs e sua banda intitulada docksiders vai fazer um fuá no red river, e aí a gente se conhecia, bebia pra cacete e dava risada, oukeys?
Mas enfim: manda aí as dicas de coisas engraçadas deste blog. Vamo comemorar em grande estilo.
Beijocas nos orifícios anais de todos vocês.
Por enquanto, nada de propaganda aqui.
Depois, se complicar e ficar caro e impraticável, eu repenso. Por enquanto, não.
Voltemos ao cardápio de veleidades.
- Gente que faz “u-hu” merece uma morte excruciante. Um ataque de aranhas devoradoras. Um poço de cascavéis. Já gente que fala “issa!” merece ser empalado com arame farpado cu adentro.
- Gente que reclama de tudo, tipo eu, tem um lugar especial no inferno. É a área vip da grande festa de camisa colorida que é o inferno. Lá, nós (eu, você, todomundolá, no melhor estilo festival de verão salvador), junto com a galera que mata gatinhos, tomaremos suco de groselha. Quente.
- Gente que tem celular nokia e usa o nokia tune não merece nada: não consigo imaginar castigo pior que ouvir, várias vezes ao dia, o próprio celular tocando.
- A galerinha que fala “não-a-cre-di-to”, escandindo as sílabas para demonstrar estupefação, trabalhará como camareira no motel do inferno, trocando lençóis melecados de sêmen e outras substâncias melequentas. Aliás, toda a plêiade de profissionais do motel do inferno é formada por gente que escande síladas. Você sai do motel e o vigia vira pra você e fala “o-bri-ga-do!!! vol-ta sem-pre!!!”
Scheila Viviane fez um blog.
Eu acho massa que todo mundo tenha blogs.
O dela tá começando, tende a esquentar. Prestigiem.
O melhor foi o título.
Ela é, sem sombra de dúvidas, a verdadeira menina que roubava livros.
Mas ontem teve timbalada.
Timbalada arregaça.
Morram, invejosos, de gangrena purulenta no fiofó!
Foi o bicho!
E já é carnaval.
Segura o cu, Bahia.
Tentarei mostrar, se o nível alcóolico permitir, como é o verdadeiro Carnaval da Bahia e o esplendor das ruas banhadas de mijo, cerveja e sêmen (eca, lá ele!) em posts curtos e precisos ou em verborréias longas, chatas e sem sentido.
Os posts curtos serão quando eu acordar de ressaca.
E os textos longos serão quando eu chegar em casa embriagado.
Stay tuned.
Carnaval promete.
Muita merda num blog só.
Andiamo.
Daí tem brother que fala: ah, só gosto de mulher de peitão.
Ok.
É bom que sobra a Megan Fox para o Jojó, né?
De uma brincadeira no buteco depois do blogcampba, vai rolar, de fato, o butecocast.
O podcast mais embriagante da blogosfera mundial.
Funcionará assim: Eu, Hilder Santos, Gerson Souza e o Leow e Léo Baiano (confirmados até o momento) vamos marcar num bar coposujo para discutir os assuntos diversos. Embriagados. Daí a gente grava a verborragia da cachaça e vira um podcast. Sacou?
As regras do butecocast:
- Só ligaremos o gravador depois da décima cerveja.
- Não tem edição posterior; o que for gravado vai pro ar.
- Vai rolar patrocínio: o bar que liberar “a da casa” ganha link e três paçocas.
E você me pergunta, embriagado leitor: ó, mestre, quais serão os temas a discutir?
Eu respondo, tchuco: Minhas sugestões gravitam em torno dos seguintes tópicos:
- Os originais se desoriginalizam?
- Assim como são as pessoas são as criaturas?
- Comer rã faz suar?
- Em caminho de cobra, tatu caminha dentro?
- Eu tenho um cachorro chamado nabunda. Tamos numa canoa. O barco afunda. E aí?