10 coisas fantásticas para fazer quando se está sozinho em casa.
Estilingado por Jojó da Babá 29/10/2009 às 6:54
Companhia é legal, mas sou uma alma solitária por definição.
En español: soy una alma solitaria. Mais dramático.
Soa mais a Thalia, mas é verdade.
Adoro momentos de solidão. Adoro. A-TO-RÓN!
Tenho muitos amigos (talvez mais do que consiga administrar de uma maneira decente sem marcar compromissos que sei que não poderei cumprir), amo minha família e namorada e patati patatá, mas é fantástico poder ficar absolutamente sozinho de quando em quando.
Não entendo gente que precisa viver cercada de gente.
Como diria o mestre Bukowski, parece gente que tem que ficar se coçando continuamente pra lembrar que está vivo.
Daí segue uma lista, absolutamente idiossincrática, de coisas legais pra fazer quando se está sozinho.
Pequenos prazeres. Je suis Amelie Poulain.
Ela enfiava a mão em sacas de cereais, e certamente minha mão vai dar uma passadinha no meu saco para uma coçadinha básica no intervalo que ocorrerá dentre tantas atividades divertidas que proporei abaixo..
1 – Abrir a porta da geladeira só de cueca.
É o primeiro passo: ficar de cueca.
Morei com mamãe muitos anos, mas era guri e vestia o que me mandavam.
Depois com papai e madrasta e irmã e milhares de pessoas, mas aí eu era adolescente e vivia de pau duro, logo só andava de bermudão.
Depois que fui morar só, adulto e pagando conta, descobri que coisa fantástica é ficar de cueca.
Ou nu. Depende da pegada do dia.
De cueca é mais confortável.
Se, someday, eu tiver um filho, ele só vai andar de cueca.
Só vou comprar roupas pro jovem peraltinha quando ele completar uns cinco anos. Até lá, só cueca.
É a minha forma de contribuir com a educação emocional de meu filhote e de garantir que ele seja um adulto pleno de felicidade.
Eu achava que era coisa de gente doente andar nu ou de cueca dentro de casa. Não é. É massa.
Aí você abre a geladeira sem nenhum motivo e toma um “pá” geladinho no meio dos quiba.
Bastante agradável. Sinal de gente independente.
Quem nunca tomou um barrufo gelado no saco não sabe o que é a felicidade verdadeira.
Claro: se você for homem, é bastante pertinente lembrar que, assim, de cueca, você deve andar distante de mesas com quinas afiadas, longe de fogões e coisas que possam vir a prejudicar o seu instrumento de trabalho. Isso sem falar de toda a plêiade de vegetais de duplo sentido (pepinos, cenouras – Mario Gomes feelings – e outras coisas laelísticas – lá ele).
2 – Ficar com fome e inventar as coisas mais escalafobéticas do mundo pra rangar.
Todo cara que mora sozinho só sobrevive à base de delivery.
Mas tem dias que você não tá a fim. Ou tá sem grana.
Aí rola misturar duas coisas completamente idiotas que estejam sobrando em sua combalida geladeira e arriscar.
Acho, inclusive, que a brilhante mistura de salmão cru com cream cheese foi inventada por um brodi solteiro, de cueca e com preguiça de pedir pizza.
Hoje, mesmo, rolou pão ázimo (aquele pão judeu, ignorante) com salsicha.
Não foi de todo mal.
Levando em consideração que judeus não devem, segundo preceitos religiosos, comer carne de porco, a refeição da noite foi uma blasfêmia bem humorada.
Quer dizer: bem humorada para mim. Eu ri enquanto comia.
Se algum leitor deste blog é, como diria eufemisticamente Sílvio Santos, isreaelita, deve estar resmungando mais que aqueles senhores que ficam se balançando em frente ao muro das lamentações, naquela praça de guerra que deve ser Jerusalém.
Realiza, malandragem: fiz tipo um cachorro quente com o pão usado para comemorar o pessach. De certo modo, ofendi os estadunidenses também, ao profanar o hot-dog. Se tivesse Homus (para o povo burro, aquela pasta árabe de grão de bico) e eu tivesse passado a pastinha no hot-dog do Osama (batizei agora) não tenho dúvidas que <ironic feelings> meu amado palacete na mais garbosa cobertura do Alto de Brotas – bairro nobre onde resido, </ironic feelings off> seria bombardeado de maneira truculenta por todos os envolvidos direta ou indiretamente no quiprocó do Oriente Médio.
Você, fatídico leitor, pode me apontar o dedo, dizendo que ninguém liga pro que eu como ou deixo de comer, mas eu insisto em pensar que até comendo pão, trajado de cuecas em minha casa, eu abalo a geopolítica mundial.
Suco de uva Tang acompanha. Azia comendo no centro, mas tá joinha.
3 – Dormir no sofá da sala.
Precisa explicar por quê isso é altamente transgressor?
Confio em sua inteligência.
4, 5, 6 e 7 – ver putaria e libertinagem vídeos educativos no computador que fica na sala sem me preocupar com o volume dos gemidos das palestras.
Oh yeah, baby.
8 – Ler ouvindo música alto até de madrugada
Gooooooood.
9 – tomar café na padaria.
Ok, não se faz em casa. Mas é tipico de morar sozinho.
10 – Escrever no blog
Ok, aqui é uma puxadinha no saco dos leitores.
Coragem é meu nome
Estilingado por Jojó da Babá 20/10/2009 às 1:38
Ok, você perdeu seu tempo vindo aqui e vou te brindar com um acepipezinho.
Não vai acostumando. É boa vontade e gentileza, artigo raro por essas paragens.
Vamos ao causo.
Ser um cara frouxo, frango e mané tem suas vantagens.
Noutro dia, um puta engrrafamento.
Uma hora e meia em meia embreagem andando a 5 por hora.
Tudo parado e ouço aquele “bonk”, tipo de plástico amassando.
Olho pra trás e um carro coladinho no meu.
Realiza: no dia, eu passei 4 horas e meia numa reunião.
Daí mais uma hora no engarrafamento. E um filho do cão encosta no meu carro.
Pego um desvio, o cara pega também, estaciona atrás de mim.
Aí a cena: se fosse Jojó da Babá guiando o meu carro, saltaria assim, ó:
“Puta que pariu… Ô, seu filho da desgraça, você não viu que a caralha da pica do meu carro tava na frente do seu não, seu corno? Chibungo, fio dum rói que fuça? Por que não deu uma encostadinha no grelo da puta que te pariu? Ah, já sei porquê: sua mãe está dando a xoxota agora pra poder comprar vitamilho pra fazer mingau pros próximos clientes do porstíbulo, né, viado?”
Assim seria Jojó da Babá.
Jorge Martins desceu do automóvel assim:
“Mas rapaz, que foi isso, hein? Puxa vida…”
O cara todo suado, nervoso, pediu desculpas e tal. Só deu uma arranhadinha de nada, ele me deu o telefone e tal (nem liguei) e tal.
Daí falei:
- Mas bicho, como foi que você conseguiu encostar em um carro parado num engarrafamento?
- Velho, mil desculpas, saí da delegacia já nervoso hoje, daí o cara que tava do lado começou a jogar o carro me fechando. Eu já tava pelas tampas, desviando dele pra não fazer uma besteira. Tô aqui com o sangue quente, já pensou se é outro policial que nem eu, mas doido? puxava a arma, fazia uma miséria que Deus me livre e guarde…
Agradeci à autoridade policial e agradeci aos céus o fato de ser um frango. Não tava a fim de virar peneira. E, além do mais, o que é um arranhãozinho na lata, né mesmo? A dignidade do cabra frouxo que eu sou saiu muito mais arranhada do episódio.
O Romantismo em tempos de crise
Estilingado por Jojó da Babá 20/08/2009 às 14:22
Tudo bem, amado leitor, admitamos:
Você é um fodido de pai e mãe e vende o café da manhã pra comer mortadela no jantar.
Assuma que é pobre. Fodido.
Sem verba.
Isento no imposto de renda.
Não é feio.
Ou melhor: é.
Mas não tem muito jeito.
Você não tá sozinho nessa.
Tem muita gente por aí pegando ônibus e tomando umas encoxadas da peãozada na volta pra casa.
Ainda tem muita mocinha que se esforça, vai na C&A e compra vestidinho parecido com o da Christiane Torloni na novela.
Tem sim, eu juro: perguntei pra alguns pobres que gravitam à minha volta e grande parte confirmou.
O resto me mandou à merda, o que eu não entendi direito.
Mas eu falava de você, desvalido.
Não tem muito jeito de resolver o treco rapidamente.
Ainda lhe falta, que eu sei, aquela coragem que os marginais têm de meter um berro na cabeça da madame num sinal de trânsito. Ou, quiçá, a habilidade com os pauzinhos (lá ele) pra fazer malabarismo e tirar um troco.
Ou, ainda, se aventurar na seara dos esportes radicais…
Mas não é porque você tem um nome composto de dois prenomes absolutamente incongruentes, como Scheila Viviane, que você precisa se abster de saborear o sabor saboroso e romântico do romantismo repleto de romance.
Jojó é brodi. Vou te dar a manha.
Vai até parecer que você teve berço e é bem nascido na hora de comer gente.
Olha aí a sua carinha no ofurô improvisado, tomando uma chamapnhota…
Primeiro, não custa te explicar algumas coisinhas: o ritual romântico de acasalamento copulatório compilado neste texto se baseia no ritual fodetivo-copulatório dos ricos.
Com pequenas e restritas adaptações orçamentárias.
Mas a base – e essa é a informação mais importante deste post – é a mesma.
Seu objetivo é meter a vara em alguém.
E tamos juntos nessa. Meu pau agora é o seu pau. Tá tudo em sua mão. É questão de honra.
Uma vez que o objetivo final da coisa é descer a madeira, e pobre, até onde eu sei, também tem caceta e xoxota (não ao mesmo tempo, com exceções a serem devidamente tratadas pelo SUS), muda pouca coisa.
ABREPARÊNTESES: os leitores ricos vão desculpando o linguajar pouco apropriado, mas tenho de me fazer entender com as parcelas mais desfavorecidas dentre os leitores deste blog, de modo que vocês encontrarão algumas expressões chulas, grotescas ou meramente patulêicas neste texto…
FECHAPARÊNTESES.
Como eu sei que você só conhece rico em novela da globo, deixa eu te explicar como é que os ricos se reproduzem.
Não é por cissiparidade. Rico também trepa. Com estilo.
O rico se arruma, se perfuma, pega a nega e leva pra jantar uma ave rara, tipo faisão. Daí, entre vinhos finos e sabores exóticos, a moça começa a se soltar. Daí o casal sai leve como pluma e vai dar uma dançadinha numa boate da moda. Luzes coloridas, jamiroquai comendo no centro e aquela tensão sexual crescendo. Ou então pegam um cineminha (filme francês). Lá pelas duas ou três da manhã, eles saem de lá direto pro apartamento do brodi. Ligam uma musiquinha (aí já vale um sonzinho estilo Diana Krall), tomam um uisquezinho e, na cama extra king size, transam loucamente até o varar (sem duplo sentido) da madrugada.
Gostou, hein?
Quer fazer igual sem gastar essa grana toda? Se ligue:
Faz assim, ó: quando você sair da obra, hoje, finalzinho da tarde, assim que você destrepar de cima dos andaimes, dá uma passadinha no mercado. Compre um sabonete. Tudo bem, eu sei que é foda, não se começa um manual pra pobre mandando comprar nada – nem mesmo um sabonete – mas esse investimento tem duas funções: serve pra higienizar as partes pudendas e também já é um presente pra nega. Quando abrir a embalagem do Phebo, tome cuidado pra não rasgar a embalagem e, deste modo, reutilizá-la no presentinho:
Você vai precisar de:
- Um galeto
- Um garrafão de sangue de boi
- Um CD pirata do Harmoina do Samba
- Papel celofane
- Embalagem de fogão em papelão.
Você é pobre mas não é burro: o galeto serve de faisão. Não tem restaurante porque, ora essa, você é pobre, mas o galeto e duas velas de sete dias compõem perfeitamente o cenário. O CD do Harmonia, com Xanddy cantando “Oceano”, do Djavan, completa o clima.
Aqui você já mostra suas habilidades: arranque com jeitinho uma coxa do galeto e, de maneira sexy, passe sobre os lábios de sua amada. Largue a coxa e imediatamente dê uma passadinha nos cabelos alisados com Kolene da nega. É batata: ela vai ficar de graça. O Sangue de Boi também é bom amigo nessa hora.
De pança cheia, pegue um palito de dente. É sexy. Tem gente que fala que não, mas é mentira: pode espalitar todas as cavidades onde anteriormente havia dentes em sua boca. Se sua nega não curtir isso, é hora de pensar se você quer realmente enfiar a jambreta numa menina tão cheia de frescura.
Importante: não peide. Você não está sozinho num elevador.
Não tem boate, mas você trepa numa cadeira, enrola o celofane na lâmpada e coloca a música “Agachadinho”. E tcharam: temos uma boate. O papelão do fogão você desmonta e faz a super king size. Ou ainda – isso é opcional – você pode pegar aquela versão pirata de “As Brasileirinhas”, pra já ir dando aquela esquentada básica na nega.
É batata: depois dessa, malandro, é caixão e vela preta. Sem trocadilho.
Depois vem aqui e me conta o que rolou.
UPDATE: Depois do ato, você vira pra nega e fala: “pensa que acabou, mãe? olha só!” e tira do cu uma caixa de bombom garoto. “Só separa o it coco pra mim”…
Carnet de notes
Estilingado por Jojó da Babá 19/07/2009 às 10:33
Não sou lá um entusiasta de esporte. Não vejo muita graça.
Tirando, é claro, o vôlei feminino.
Mas desconfio que meu maior interesse, mesmo, é em ver aquelas mulheres grandes de shortinho e chachoalhando os peitos em saltitelas.
***
O nome dos peitos femininos é um treco interessante. Seio é quase neutro – ou quase neutro demais. Mama é só coisa de médico.
Peito é comum, mas só soa comum na boca de mulher.
Não o peito, a palavra em si, até porque o peito, em si, na boca de mulher é uma coisa bem interessante..
Na boca de homem, peito sempre tem um aspecto safadinho.
De novo, falo sobre a palavra…
(desligue um segundinho o disjuntor do duplo sentido).
E peitchola, que usei aqui neste blog em mais de uma oportunidade, é o batismo dos peitos pela malandragem.
Não use, nunca, na vida real, com uma mulher.
Aqui cabe, mas só aqui.
Ao vivo, in loco, “peitchola” parece nome de coisa derrubada, e a última coisa na vida que você quer é que a figura perceba que você achou alguma coisa derrubada entre o pescoço e o umbigo dela.
***
Não sei porque homem tem mamilo.
Cabe numa putaria ou outra, mas no geral é de uma inutilidade gritante, como o cóccix vestígio de rabo, os dentes do siso e as unhas do pé.
***
Não entendo, aliás, muita coisa do universo masculino.
Tome-se o churrasco, por exemplo.
Todo homem é entendedor de churrasco no país.
Arme-se uma roda de fusca sobre uns vergalhões e voilá: todo macho vira um Bassi.
Aí tem o cara que praticamente sai da festa pra ficar mexendo de dois em dois segundos no carvão, virando a carne e se achando importante por conta de uma atividade que, na moral, poderia ser bem desempenhada por qualquer analfabeto.
E o orgulho com relação ao modo de acender o fogo?
Aí nego pega pão, embebe de azeite e toca fogo, ou pega garrafinhas de álcool gel, ou jornal (nunca o segundo caderno).
Não sei vocês, mas me dá uma preguiça danada disso.
***
Me dá uma certa preguiça, por exemplo, de gente que entende MUITO de vinho.
Preguiça mental. A física, vocês sabem, é permanente.
Vamo explicar: eu bebo, como vocês sabem.
Talvez mais do que seria recomendável, mas aí é meu estilo destrutivo de viver.
E sou curioso.
Daí fico querendo saber de que é feita a vodka, o gin, o vinho.
E conhecer essas coisas pra beber coisas melhores é válido.
Porém, o verdadeiro conhecimento só vem bebendo.
Você só entende porque o johnny walker black label é bom e o old eight é mijo engarrafado bebendo uma quantidade considerável de um e do outro.
Absolut e Smirnoff: a mesma questão.
Dreher e Osbourne.
Tequila José Cuervo e Tequila corazón (sei lá, inventei).
Os exemplos são infinitos, a depender da quilometragem do seu fígado.
Só que com vinho é diferente. Há uma gradação quase infinita. E o cara acha uma coisa muito chique conhecer em profundidade o treco.
Me explico mal, o texto patina e não sai do lugar. Deixa esclarecer.
Não há mal em se saber das coisas. Nenhum, de fato.
Eu mesmo entendo um pouco do treco. Saber que um borgonha é feito de pinot noir, entender a diferença entre um cabernet e um sirah é básico. Ajuda você a descobrir seu próprio gosto.
Mas meu conhecimento é instrumental. Ele serve pra ser bebido.
Quando alguém, antes de abrir a primeira garrafa de vinho, faz uma dissertação de 20 minutos sobre o terroir da região sul da planície de Grignon, beber aquele vinho se torna uma coisa chata.
Porque você fica obrigado a gostar do treco. E, às vezes, não se gosta.
Eu entendo quem gosta de vinho doce.
Tem gente que faz um escarcéu em cima disso.
Chato.
Tem um tempo: reunimos uma galera de amigos, cada um levou um vinho, conversamos superficialmente sobre a parada e passamos uma noite agradabilíssima.
Não falando sobre vinhos, mas bebendo.
Sem frescura, sem afetação.
A única ocasião, na vida, em que é necessário fazer um monólogo sobre a qualidade de um vinho, é jantando com um sogro tirado a gás com água.
Ele abre um bordeaux, você faz elogios à cultura vinífera dele (do sogro) por uns quinze minutinhos e ganha uma moral.
No mais, legal mesmo é abrir as garrafas e beber.
***
Tecnologia é outra coisa que me dá um enfado assombroso.
Tem gente que enche o saco: “como assim você não prefere um mac?”
Eu tenho um mac. Nada demais.
É um computador.
É bonito e tal, mas é um computador.
Só serve pra se fazer coisas.
Gente que se acha muito especial por coisas que estão fora da alma, pelo local onde mora, pelo carro que dirige, pelo sofá que possui, tem algum problema.
Pode desfranzir o cenho: falei do sofá de sacanagem.
Meu sofá, minha tv, essa coisas todas só valem no sentido de darem conforto.
Não me acho melhor que o cara que tem o sofá com a estampa do bob esponja.
Mentira.
Mas você entendeu o treco (espero): não estou pregando uma vida espartana, sem prazeres imbecis e sem ambição por coisas que proporcionem conforto e tal. Mas as pessoas valem por outras coisas. Sério.
***
Aliás, gente que fica de saco cheio com tudo tamém torra.
Gente que tem de ficar se coçando continuamente pra se sentir vivo.
***
Eu gosto de cinema. E não tenho grandes problemas em ir sozinho ao cinema.
Mas tem gente que sofre com isso.
“Parece coisa de gente derrotada”.
Ou seja: o cara se priva de um prazer fantástico porque, durante 10 ou quinze minutos, alguém na fila vai achar alguma coisa sobre você, sozinho, esperando pra entrar numa sessão às 11 da noite.
Não tenho saco pra gente que pauta sua vida com base na opinião dos outros.
Insônias
Estilingado por Jojó da Babá 30/04/2009 às 7:19
Dormi igual a uma pedra.
Isso deveria ser o normal. Mas como durmo acordando de cinco em cinco, isso vira motivo de post.
Comemore. Ou não.
Afinal, não muda nada em sua vida.
Pra mim mesmo
Estilingado por Jojó da Babá 23/04/2009 às 22:15
Eu sei que você, hoje, tá se sentindo meio imbecil.
Se sinta mesmo.
Você deu uma puta pisada de bola.
Puta, puta, puta pisada de bola.
Aí ficou chato. Eu fiquei pirado com você.
Mas tudo bem, bola pra frente.
Tem dias que fica foda, mesmo, man.
Melhora.
Creia.
Você continua sendo muito legal, principalmente comigo.
Você me deu um edredon preto, que está sendo de muita utilizade nesses dias em que chove copiosamente em soterópolis.
Você poderia estar em um dos barracos que vêm apostando corrida toda noite. Uma corrida com data marcada, porque o poder público sabia que ia rolar corrida de barraco no dia em que pingasse uma gota d´água em Salvador e nada fez.
Portanto, meu caro e barbudo amigo, creia, poderia ser pior.
Aliás, melhora quando você der o primeiro passo. Termine o post (e o leia amanhã cedinho, antes de ir trabalhar), e vá fazer a barba. Aproveite e corte o cabelo.
Ajuda um monte. Mas não corte o cabelo você mesmo. Não vai ajudar.
Vá naquele lugar caro que nego fala sempre pra você não ir cortar o cabelo, onde tem um shampoo cheiroso e uma nega que vai ficar massageando sua cabeça por duas horas depois de cortar seu cabelo.
É legal.
Aliás, gastar dinheiro que não se tem é sempre legal.
Aliás, faz melhor: saindo de lá, toma um chopp no Ferreiro.
E come uma coxinha de caranguejo. Lá no Salvador Shopping.
Um dia a menos num regime que tende a durar anos não fará toda a diferença.
Mas vai te dar um help quando já que você tá chateadinho.
Chuta tudo pra cima e vá na Bienal do Livro.
Da última vez, você não foi e passou dois anos se recriminando por isso.
Aproveite as oportunidades que a vida dá. São raras.
E, afinal de contas, House passa quase toda noite.
Sai de casa, vai encontrar com gente bacana, dar uns beijos na boca e é nóis.
Eu vou gostar deveras.
E não fica regulando neosaldina nem café.
Você sabe que precisamos disso.
Te cuida, cara.
Você é importante pra cacete pra mim, e te ver tristinho me corta o coração.
Nada que duas neosaldinas não resolvam adequadamente.
Eu penso igualzinho
Estilingado por Jojó da Babá 28/03/2009 às 15:42
Cantada barata
Estilingado por Jojó da Babá 19/03/2009 às 19:08
- Vamos brincar de cemitério?
- Oi?
- Você deita e eu enterro!
daqui. Foda. Virou favorito!
O VIDEO MAIS RIDICULO DO MUNDO
Estilingado por Jojó da Babá 16/12/2008 às 19:39
Estou ajudando o Ian Black para ele ganhar o Desafio LG , e por isso estou divulgando o vídeo RIDÍCULO dele dançando o tema do FLASHDANCE:
Quem quiser ajudá-lo, basta seguir as instruções no Enloucrescendo.
Profiles interessantes…
Estilingado por Jojó da Babá 11/12/2008 às 14:11
“Sou uma pessoa culta, inteligente, extrovertida, carismática, rica, cheia de amigos e feliz. Mas, sobretudo, humilde”
Neguim no orkut arrebenta.
















