Cheirinho
Estilingado por Jojó da Babá 09/08/2009 às 18:13
Venho sonhando um monte ultimamente.
Saca quando você acorda sentindo o cheiro da pessoa do sonho? Então.
Era isso só. Acordei hoje sonhando com uma menina e acordei sentindo o cheiro dela.
Acho estranho, mas é bom.
Quando o cheiro da pessoa é bom.
Já pensou sonhar com gente fedendo e, tipo, acordar sentindo um cheirinho de CC?
Não rola, né, malandragem amiga?
Sobre isto, estamos entendidos, oukeys?
PS -E sempre vai ter um pau no cu pra dizer “a gente sonha toda noite, só não lembra”.
Ok, sabidão.
Morra.
Só você sabia disso.
Em breve, post daqueles, bem raivosinhos, sobre gente pau no cu que se gaba de saber o óbvio.
PS 2 – Antes que comece a putaria nos comentários, não era sonho de putaria.
PS 3 – Não conto nem fodendo quem era. Não insista. Grato.
E se o Galvão Bueno narrasse a chegada do homem à lua?
Estilingado por Jojó da Babá 24/07/2009 às 14:11
E quem é que sobe? É a Apolo 11, amigo! Estamos aqui em definitivo do Mar da Tranquilidade. Haaaaaaja rotação! A gravidade da Lua é um sexto da gravidade da Terra, Arnaldo. A regra é clara. Eu queria deixar claro que a geração da imagem não é nossa, essa diferença na sombra dos astronautas é problema da Nasa. Pra cima deles! Éééééééééééééé do Neil!
Vi no quase sempre brilhante Objeto Abjeto
Lembra como a Carla Perez era gostosa?
Estilingado por Jojó da Babá 30/05/2009 às 17:23
Sobre sarcasmo e coisas do tipo
Estilingado por Jojó da Babá 26/01/2009 às 11:01
Ontem conversávamos, eu e amigos blogueiros, sobre coisas diversas.
Comentando sobre o ciclo de vida de alguns blogs que pareciam muito interessantes, mas que hoje parecem estar patinando. Daí alguém, creio que July, falou algo assim:
- O blog tal eu não leio mais. Patinou no excesso de sarcasmo. Nada presta no mundo. Todos os posts têm a mesma fórmula. Só sarcasmo.
Daí que falaram: e o blog de Jorge? Quer blog mais sarcástico?
E eu me pus a pensar.
Na verdade, o sarcasmo, se é só um tipinho, um jogo pra torcida, realmente fica chato.
Espero que essa não seja uma impressão das pessoas a respeito deste blog.
Minha intenção é divertir, mas meu jogo é aberto, jogo limpo com as coisas que não gosto, mas não me omito com relação às coisas que gosto muito.
Pra mim, muita coisa presta.
Enfim, se estiver chato pra alguém, me conta.
Eu gosto de vocês aqui.
Eu adoro quando você comenta neste sujo e emporcalhado blog.
Clica que aumenta
Estilingado por Jojó da Babá 14/01/2009 às 16:07
É inglês mas é massa.
Não sabe inglês?
Nem eu.
Uma fábula
Estilingado por Jojó da Babá 09/12/2008 às 23:37
Esse era pra ser um post raivoso. Mas não será.
Por isso é uma historinha.
Era uma vez um bichinho de estimação. A lovely pet chamado “Eu”.
(É um nome ridículo, mas esse era o nome do bicho. Não fode. Lê a história.)
Eu andava na rua. Você era camarada com Eu quando encontrava com Eu na rua.
Eu gostava de te ver passar.
Daí você pegou Eu, curou umas feridas brabas e botou Eu em casa.
Foi legal. Eu queria ficar em sua casa para todo sempre.
Daí todo dia você chega em casa e traz um biscotinho ou qualquer coisinha bacana da rua.
E tudo anda bem.
Ok, Eu admite: de vez em quando Eu dava uma roída em seu sofá.
Eu ficava chateado de fazer isso, mas era a natureza.
Você sabia que Eu era um bichinho.
De rua.
Livre, solto, independente.
Legal, esperto, mas bicho.
Eu era bicho.
E você não gosta que roam seu sofá.
Duas legítimas formas de expressão da alma de dois seres.
Eu respeitava você como dono, você respeitava Eu como bicho.
E um belo dia você começa a trancar Eu na área de serviço, naquele cubículozinho fedendo a xixi.
Eu tava ficando puto.
Eu andava livre pelas ruas e agora Eu tava num cubículo fedendo a merda e pequenininho. Mas você traz biscotinhos, é legal quando você chega e tudo o mais.
Mas uma hora a porra empena.
Eu era um bichinho neurótico.
E começava a viajar no real significado de estar no cubículo.
Você, como dono da casa, poderia matar Eu.
Agorinha.
Poderia enfiar a faca mais afiada de seu faqueiro na garganta do bichinho e cortá-lo em bifes e servir ao poivre para as visitas de sua casa.
Eu começava a pensar que, de lovely pet, iria virar petisco.
Você dá mole e Eu sai porta afora.
O mundo é grande e é assustador, muitas vezes, sair sozinho pra rua.
Mas Eu tava disposto a assumir o risco..
Daí, um dia, você acha Eu na rua.
E Eu não te morde. Você era dono dele, e Eu lembrava disso com carinho.
Mas fica esquivo. Eu tava preso, lembra?
É natural que Eu fique esquivo.
Mas você quer que Eu reaja como aquele lovely pet que ficava no seu cubículo.
E diz: “porra, bichinho de merda, você que quis fugir, agora me trate como você me tratava quando a gente só se via na rua”.
E pega o primeiro porrete e bate bem no lugar onde você sabe que Eu tinha uma cicatriz.
Moral da história: Eu poderia até voltar a brincar, mas bater na cicatriz só faz com que Eu lembre da parte do porrete, não dos biscoitinhos. Quem tá apanhando não tem tempo pra ser legal com ninguém.
Contos de fadas
Estilingado por Jojó da Babá 06/12/2008 às 7:39
Era uma vez eu.
Daí tem uns detalhes que eu esqueci.
fim.
Ajude um blog
Estilingado por Jojó da Babá 22/10/2008 às 17:56
Sinhores e sinhoritas passagêras.
Eu podia tá matano, eu podia tá robano, no intanto, abençoados e abençoadas, eu tô aqui blogano.
Se puder e num fizé falta, ajuda um pobre bloguêro a continuá na luta…
Me chama pra tomar uma cerveja.
Petit Gateau
Estilingado por Jojó da Babá 08/10/2008 às 12:47
É bom.
Comida gostosa.
Eu gosto.
Jessica Alba.
É boa.
Comida Gostosa.
Eu gosto.
Jessica Alba lambuzada de Petit Gateau.
É bom.
Comida Gostosa.
Eu gosto.















