Queria conversar sério com você.
Sim, você que tá lendo essa parada.
Por que você vem aqui?
Não, isso não é uma pergunta capciosa.
Eu gosto da sua presença.
Sério.
Demais.
Todo dia eu vou lá no google analytics pra saber quantos exemplares de você passaram por aqui.
E fico bem feliz quando tem mais exemplares de você que no dia anterior.
Mas nesse blog só tem merda.
Só tem merda.
M-E-R-D-A.
Tem uma ou outra coisinha que se salva.
Mas no geral é um grande e belo amontoado de massa fecal cercada de um layout bonitinho por todos os lados.
Observe o dia de hoje:
Falei sobre a mão no tabaco e a pica do jegue. Mão no tabaco e pica do jegue. putz… que vergonha, rei.
pare de rir, na moral.
Mão no tabaco e pica do jegue.
Num intervalo de poucas horas.
Nesse meio tempo, caso você não saiba, eu não fico bolando essas merdas. Eu, por incrível que pareça, trabalho pra caralho.
Mas basta pintar um tempinho livre que é obssessivo: eu paro tudo e fico bolando merda pra botar aqui.
Como disse antes, essas paradas brotam de minha cabeça. E tem muita coisa que brota e eu não publico por vergonha.
Sério. Tem coisa pior.
Eu vou parar um pouquinho pra você terminar de rir da minha desgraça.
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Podemos continuar? bacana!
Continuando:
Juliana já me disse: “as pessoas têm medo de conversar com você no msn por medo de que tudo vire um post”
E vira mesmo.
Mas você é bem espertinho e conseguiu virar o jogo: não estamos falando de mim.
Você é quem está na berlinda.
Por que você perde tempo lendo tanta merda aqui? É o mero prazer estético de ver uma mente em decomposição acelerada ou, tipo, você tem esperanças de que, algum dia, sairão coisas realmente interessantes daqui.
Se for o primeiro caso, ok. Tudo bem. Eu deixo.
Mas se for o segundo, não guarde esperanças.
Talvez o principal motivo deste post seja a musiquinha da pica do jegue.
Postei, mas me envergonhei.
Me arrependi.
Mães de família frequentam esse blog.
Não você, que eu sei que não presta também.
Tô falando dos outros.
Pessoas de bem.
Pessoas de berço.
Adoro pessoas que tem berço.
Eu não tenho.
nhé.
não se ofenda comigo.
Eu sou como um macaco solto numa fábrica de bananas.
Me deu um teclado de computador eu saio atirando.
E continue vindo. Eu acho bem bacana.
