Diz a lenda que é chique que só

Digitado do celular, logo será um post sucinto.
Eu já falei mal de quase tudo neste blog. Nem tudo é minha opinião sincera a respeito das coisas. Muitas vezes meu interesse é provocar, gerar uma reação, fazer com que você, que me lê, tome um partido, desça do muro, defenda alguma posição. Às vezes exagero pra que as coisas fiquem engraçadas, às vezes modifico referências – os textos valem por si, não por um maior ou menor grau de correlação com a realidade.

Nestes tempos em que vivemos, defender posições – quaisquer que sejam – é coisa rara. É mais fácil se fingir de integrado, fazer “aham” e evitar confrontar idéias.

Acredito na máxima de que a ironia não precisa ter legenda. Isso funcionou bem aqui no blog até outro dia, enquanto os frequentadores resumiam-se à minha patotinha de condenados. Mas quando um blog passa a ser mais visitado, as chances de ser mal interpretado aumentam muito.

Venho fazendo alguns posts esporádicos sobre as eleições. Pra quem já escreveu sobre as maiores efemeridades da existência, parecia, inclusive, um assunto que não tinha como gerar muita repercussão. Ninguém liga de verdade pra política.

Mas meu raciocínio estava equivocado. Bastou meter religião no meio, a coisa engrossa. Comentaristas me apontam o dedo, me xingam, pedem minha cabeça. Me chamam de preconceituoso – o que só pode ser uma piada – me chamam de babaca (o que é uma constatação obvia se você vir o nome do meu blog e ler dois ou três textinhos daqui) e me mandam para lugares bem batutas, onde, supostamente, minha mãe trocaria favores sexuais por dinheiro.

Chamei Dilma, nossa provável futura presidente (presidenta não existe) de rottweiller do Pt. Os eleitores dela certamente não gostaram, mas foram muito elegantes em me deixar falar minhas bobagenzinhas no meu bloguinho. Chamei Serra de vilão covarde de desenho animado. Um aristocrático silêncio povoou minhas caixas de comentários. Daí, sem o menor senso de equanimidade (não se deve chutar cachorro morto, e por cachorro morto entendam candidata perdedora), resolvi ser legal com a Marina: disse que respeito sua biografia e tudo mais, mas ela é crente e crente não dá, porque quem é partidário do dogmatismo da religião encontra-se em um campo oposto ao meu.

Só isso. Foi o que bastou.
Eu não disse que marina é feia (ela é), não fiz nenhuma única piada a respeito do fato de marina ser acreana e nem nada. Disse apenas que discordo dela a respeito do que deve reger todas as nossas decisões. Também discordo do Plinio quando ele preenche os dois minutos e pouco a que tem direito no horário eleitoral com um discurso ultrapassado comunista de butique.

O que me choca é que deus precise realmente de uma defesa tão ferrenha. Ele, se existir, é grandinho o suficiente pra resolver minhas possiveis blasfêmias com um peteleco bem dado. Se levarmos em consideração que os castigos que deus costuma me impingir se resumem a queimar o chuveiro de minha casa de quando em quando, quero crer que deus seja mais bem humorado que essa horda de crentes mal-comidos que resolveu me xingar aqui no blog.

Não mudo uma vírgula do que escrevi. Se você se ofende de alguma maneira com o que escrevo aqui, tá fácil: basta não vir mais. Dizem que é chique ter blog mal compreendido, e deve ser mesmo, mas quando falta capacidade cognitiva nos leitores pra entender o texto, eu tenho de voltar a escrever posts como esse.

E toda piada explicada perde a graça.

10/09/10 | Veja mais | 22 comentários;

Mais um partidário da campanha do Nescau

Lendo comentários de um outro post, em que comparava o Nescau a uma chupeta emocional, vi um comentário que me comoveu. Charlito Marron, mi amigo, com a palavra:

Mas, a minha vida todo dia é assim: sem nescau, não funciona, quando tomo café de manha cedo sem nescau é como o céu sem oxigênio e passo amanhã inteira de mau humor, Nescau é todo dia na veia!

Se isso não comover a suiçada da Matriz da Nestlé, em Vevey, nem sei mais o que fazer.

28/05/10 | Veja mais | 3 comentários;

Obsessões – algumas

Só pra constar: é o primeiro post que escrevo deitado em minha cama.
Sim, é um notebook. Meu. Não dava pra trazer o imac pra cama. Ou até daria, mas o esforço teria de estar relacionado com algum tipo de fantasia sexual pouco ortodoxa, o que não é o caso.
Sim, é uma rede wifi. Eu que fiz.
Sim, é em minha casa (poderia ser num motel, oras, vai saber. Aliás não poderia, não: qual a utilidade de uma rede de internet num motel? tirando a possibilidade – rara – de você espichar o braço pra pegar o celular e tuitar “cabei de gozar na boca da Sandy – aquela mesma – epic win!” não vejo utilidade no treco.

Aí noutro dia falaram pro Jojó (pelé speech third person mode on) “ai, acho um porre esses posts que você fica dizendo que tem as coisas, que comprou isso e aquilo”.

Jojó trabalha, Jojó merece, ora pitomba (pelé mode off).
Qual a graça de botar uma rede sem fio dentro de casa se não puder compartilhar isso com a patuleia?
Eu adoro despertar sua invejinha.
Eu adoro pensar que você lê e pensa “velho, se esse bocó foi lá e meteu um notebook, também vou meter”

Falo por mim: essa inveja me move.
Vejo um amigo – você mesmo, fábio bomba, nem se esconda – com um celular touchscreen foda da blackberry e penso “eu tenho que ter uma porrona dessa também”.

Eu sou assim desde de pequeno.
Mas aí são meus traumas – acompanhe que eu sei que você curte, seu psicólogo amador de meia pataca:

Eu queria um atari.
Aí meu pai me deu um dynavision.
Na época em que já tinham lançado o master system.

Meus primos, claro, já tinham um phantom system.

Aí eu pedi um master system, e ganhei, mas só quando ficou barato.
E adivinha: o master system só ficou barato quando nego inventou o mega drive, que era mega foda.

Isso marca um ser humano.
Imagina essa sensação de estar na rabeta tecnológica do mundo aos 8 anos de idade pra um menino nerd que nem eu (nerd sim, oras, afinal quem fica nessa que nerd não bebe e não come gente é otário).
Por isso, fica aqui minha dica de educação: não negue nada tecnológico que seus filhos vierem a te pedir.
Eles podem se tornar monstros abjetos mergulhados em egoísmo, tipo eu.

Mas, passado o aparte tecnológico, voltemos a meu notebook e minha rede wi-fi.
Ok, eu me dei bem. Mas você se deu bem também nessa, danadão.

Pensei na miríade de possibilidades.
Agora, posso postar cagando.

Imagina o que virá nos próximos posts… hein, hein, hein?

Com pesar e também esperança (agora em definitivo, com um post por dia e, em breve, com novo layout)
Jojó da Babá.

21/12/09 | Veja mais | 3 comentários;

U2 tocando ao vivo no you tube

Se você vive neste planeta, sabe que o U2 – aquela banda que faz discos muito foda intercalados por discos muito ruins que se tornarão clássicos de qualquer forma – tocou ao vivo, pro mundo inteiro, no youtube, ontem à noite – no Brasil, começou meia noite e meia, mais ou menos (horário de Brasília). A transmissão foi simultânea para o mundo todo.

Você é pobre e mané e teve de dormir cedo porque hoje tem que trepar em andaimes carregando um balde de cimento entre os dentes enquanto agarra nos ferros pra chegar ao sétimo andar da construção. Ok, tintendo.

Mas papai jojó é bonzinho e te dá o link. O show tá lá.

http://www.youtube.com/U2official

Pelo que se comentou no twitter foi um grande show, naquele esquema: the edge carregando a banda nas costas, o resto da banda fazendo o básico direitinho e Bono, o cantor messiânico, falando sobre algum problema humanitário que ninguém conhece e sobre o qual todo mundo finge interesse.

Bono pode.
Bono é o macho alfa.
Em quase todo show, Bono vox cata uma nega da plateia, dá uma roçadinha e umas bitocas e exige a paz mundial.
Se eu tivesse o emprego de Bono, realmente eu me importaria com os conflitos raciais de Uganda. Afinal de contas, o resto tá resolvido: é veuve clicquot no camarim, umas lambidas numas negas e meia dúzias de cançonetas.

Assim fica fácil, né, papá?

Bono, naquele show do Brasil, agarrou a Katilce, lembra?
Katilce era casada – acho que indaé.
Conversando com amigas casadas, quase todas disseram que dariam uma lambida no Bono (não na bolacha, no cantor do u2) se fossem convidadas a subir no palco. Alguns amigos casados, como Pablo, também afirmaram isso. Aliás, todo cara bem resolvido e heterossexual que conheço daria uma bitoca no Bono:

- Ô, véi, você dava uma beijoca no, sei lá, Ronaldo?
- Colé, Jorge, tá viajando? Sou macho, porra. Sou espada!
- E se o Bono Vox te pegasse num show, no meio de One?
- No Bono? Pô, no bono eu daria. Viadagem seria não dar.

Lembro que assisti ao show do Brasil na casa de uma ex-namorada na época. Quando Bono começou a lamber a Katilce, a ex-namorada apressou-se em deixar claro que não lamberia o Bono.

Fiquei meio irritado.
Se é pra ser corno, que seja com o Bono.
Dá pra comentar depois com a Brodagem.

- Sabe o Peçanha, brô? a Mulé dele tá dando pro Almeida. Aliás, tem é corno na galera, hein?
- Oxente, Jojó, tá viajando? O único corno comprovado da patota é você. Sua mulé beijou o Bono vox em rede nacional!
- Sim, malandragem, mas tomar um corno do Bono é motivo de orgulho. Tipo, minha nega racionalizou o treco: quero dar pra alguém, mas não tem ninguém no nível de Jojó, daí vou pro show e cato o Bono e resolvo.

Eu faria camisetas:

Minha nega me deu um corno com o Bono Vox.
A sua tá dando pro Almeida.

26/10/09 | Veja mais | 7 comentários;

Hoje eu acordei pá!

Daí acordei bacanaço hoje.
Me sentindo o tal – sem ser sacana e banal (móveis coloniais de acaju feelings). Feliz, sabendo que iria esfalfar meu rabo de trabalhar hoje, mas eu tava, assim, pá.

Eu tava bonito. Mais: eu tava gato.
Eu tava garboso, eu tava robusto.
Eu tava me sentindo.

Eu tava querendo me comer de tão bacana que eu sou.

Daí saí de roupa nova. Uma camisa cor verde-calcinha. Calça preta.
Passadona. Tomei um banhão, tomei um café com leite sentado em meu sofá assistindo David Letterman.
Empresário: teu protótipo se chama Jorge Martins.

Meu sofá é o grande gostosão daqui de casa.
Exceto hoje.

Hoje não tinha pra ninguém.
Hoje eu iria brocar.
Hoje eu acordei pá.

Meti meus formosos pés em meias absurdamente bacanas e em meus sapatos de bico quadrado. Perfume, gel no cabelo. Um empresário. Um líder. Um cara cabriocárico. Fodástico. Um lorde. Um príncipe.

Confiante. Brilhante. Reluzente.
Me sentindo o cara.

O cara. O danadão.

Daí fiz um retrospecto de minha vida: eu tenho amigos formidáveis. Eu só ando com gente bonita, divertida e descolada. Eu tenho um emprego que me esfola, mas que é divertido. Eu tenho uma namorada gata e cheirosa e inteligente. Eu tenho uma tv lcd. Eu tenho um sofá chocolate. Eu tenho apenas 28 anos.

Eu ando na rua e o povo me inveja.

Daí entrei no elevador. A chave do carro pendurada no dedo mindinho. Ray-ban na cara. O tal. O foda.

Pára o elevador no sétimo andar. Entra um casal. Um casal cotidiano, ralé, comum.
E uma menina. De uns sete anos. Que vira pra mãe e fala:

- Ô, mãe, nossa, que perfume nesse elevador!

Silêncio dos pais.
Na moral? Sou foda.
Viro pra menina e falo.

- Deve ser o meu! (orgulhoso!)
- É do senhor?
- Sim, deve ser, né?
- Nossa, moço, que perfume horrível. Enjoado. Vontade de vomitar.
- ahn?
- Horrível. Eca.
- Oxente, Carolina, que é isso? É assim que fala com o rapaz? Olha, moço, desculpas, é que ela…
- Não, nada, deixa pra lá…

Saio eu do elevador cabisbaixo.

31/08/09 | Veja mais | 30 comentários;

Somebody help me, ´cos i´m falling…

…head over heels, in love again.

31/08/09 | Veja mais | 2 comentários;

Sobre você

Eu sei que você tem dificuldades em entender isso, mas eu sou legal.
Mesmo. Tanto que, se eu não fosse eu, queria ser meu brodi.

Daí que, se este blog fosse só sobre mim, seria ainda mais interessante e legal do que é.

Mas não é.
Este blog é, em grande medida, sobre você.
Sobre o que te choca e sobre o que te faz sorrir.

Eu, qual cachorrinho rolando de lado, busco sua reação.
É ela que move este blog.

Daí às vezes choco, às vezes divago, às vezes filosofo, às vezes desafio.

Ok que muitas vezes eu só falo merda. Acontece.
Mas se você, como eu, entende que cada risada é uma decisão a respeito de seu lugar no mundo, então as coisas ficam mais claras.

Mas ainda impressiona como qualquer post mais seriozinho provoca reações e elocubrações diversas a respeito de mim. Como vocês vivem tentando achar significados ocultos nos posts daqui, sendo que, muitas vezes, eles são apenas “glass onions” (referência beatlemaníaca detectada).

O da pura pose, por exemplo, gerou comentários: “Fumou maconha estragada?”, “tomou um pé na bunda?”, “comeu o que hoje?”.

Adoro quem gasta tempo tentando me definir, me decifrar.
Sendo que eu mesmo já desisti disso tem tempo.

Vocês alegram minha existência.

24/08/09 | Veja mais | 10 comentários;

Duas negas gostosas resolvendo suas diferenças no tabefe

É DISSO que eu falo quando digo que gostaria que duas negas gostosas resolvessem suas diferenças num ringue de gel. Tudo bem, não tem gel, mas tem a gostosa da Charlize Theron e a Lois Lane, ou melhor, a Teri Hatcher, também gostosa, se pegando.

Você ainda está lendo, punheteiro leitor? Um post que começa falando sobre “duas negas gostosas se pegando” (e tem um vídeo) não deve ser lido.

VOCÊ AINDA TÁ AQUI? Ah, entendi, você é mulher.

Assita também. A briga é boa.

Veja logo o vídeo, que é o que realmente interessa.

Nem precisa agrdacer. O prazer é todo meu.

Com amor e, também, com júbilo,

Jojó.

08/08/09 | Veja mais | Clap, clap, clap: alguém comentou

Explicando as mudanças

Bom, as coisas principais que mudaram:
- Arrumei algumas coisas que eram muito inconsistentes no layout anterior e que me deixavam meio puto. O fundo dos posts passa a ser branco pra facilitar a leitura do povo (alô @eduardo_sales). No início, o Detesto tinha muitos textos curtinhos. Agora tem esses calhamaços apopléticos. A leitura ficava um saco. A fonte era verdana, que eu acho troncha: agora, pros privilegiados, tá em helvetica neue, que é linda e foda. A patuléia vai ler em arial mesmo, mas aí eu não posso fazer muita coisa.

- O site agora é wordpress. Isso permite mais controle de diversas coisas. Pra mim fica mais fácil. Mas, obviamente, eu sei que vocês tão querendo mais é que eu me foda. Mais rápido, mais customizável, melhor indexado no google, um monte de coisas melhor.

Isso é o que muda pra mim. Agora vêm as vantagens para vocês, malditinhos:

- Temos enquetes! Sim, cumadi, enquetes tão idiotas e com opções de respostas tão imbecis quanto o restante dos posts daqui. Aceito sugestões. E vamo respondendo essa, pra animar o treco.

- Muita, mas muita gente MESMO não conhece feeds e outras coisas bacanas, que facilitam a vida de quem quiser acompanhar os blogs. Fiz uma página que explica isso pra patuléia descerebrada. Os brodis sabidos encontrarão lá, na página acompanhe, os links do feed e tal. Os brodis burros também.

- No final de cada post, agora, você pode matar ainda mais tempo no trabalho e clicar em posts relacionados. A seleção de posts é automática, por isso de vez em quando aparecem umas sugestões imbecis, mas no geral funciona bem. É bom também pra fazer com que o trabalho hercúleo de escrever merda pra vocês possa ser revisitado com facilidade.

- A descrição do blog mudou, como vocês puderam ver. “Que porra é essa, seu idiota?”. Eu respondo, educado leitor: aquele textinho que fica embaixo do nome do blog. Resolvi explicar logo de cara o porquê do nome do blog por que, sinceramente, minha mãe não mora no brega e não tem razão nem cabimento ficar explicando pra todo mundo, setenta e duas vezes por dia, o motivo do nome fodástico deste blog voluptuoso, bofético e espadaúdo. Inseri também a gracinha “putaria (‘why not?’)” pra deixar  claro, de cara, para as almas mais sensíveis, qual é o esquema aqui. É sensível demais? Tem medinho? Pode vazar. Vai ver o site da Turma da Mônica. Quem quer moleza senta em goiabada.

- Assumi o nome Jojó da Babá. Vem diretamente de Jorginho da Bahia. Você sabia. Se não sabia, também, se lasque.

- Pode parecer difícil, e eu mesmo fiquei muito na dúvida se implementava isso ou não, mas pode ser que ocorra, em alguma circunstância da vida, de um leitor desavisado querer compartilhar, com alguma alma suja do universo, uma ou duas de minhas saborosas pílulas de sabedoria distribuídas gratuitamente por aqui. No caso de haver a confirmação desta hipótese, basta procurar, no final de cada post, a expressão Compartilhe este post miserável com algum escroto. Dá pra mandar um tweet, salvar em pdf, imprimir (putz), salvar como bookmark no google, do delicious, meter no cu e rodar: a escolha é sua.

- Comentários: dá pra mandar comentários na boa, responder ao comentário de alguém, acompanhar via e-mail novos comentários para algum post, mentir o próprio nome e comentar anônimo e muito mais. Ficou bem bacana a parte de comentários.O esquema de comentários, como sempre, é liberê, mas se abusar se fode – agora tenho o ip de todo mundo que comenta. E não teria pudores de entregar você se você for leviano ou preconceituoso ou excessivamente idiota. Mas, acredite: se você comentar na boa, mesmo que seja me xingando ou me corrigindo, eu não apago. Você entendeu: não precisa usar a pouca educação que mamãe te deu, mas se você acha que internet é terra de ninguém e quer se aproveitar disso para aprontar, vai se foder. Estamos conversados.

- A parte da galera que seguia o blog no blogger foi a mais complicada, a que mais me deixou irritado e a única que não tive como melhorar – na verdade, piorou. Não há como transferir seguidores de lá pra cá. E os seguidores de lá eram as pessoas que mais acompanhavam o blog e tal – peço desculpas a todos. Nego vai ter de se inscrever novamente. Em breve – dentro de uma semana – quem for seguidor não vai precisar colocar nome nem e-mail pra comentar e ainda vai poder eleger os melhores (?) posts daqui de todos os tempos. Portanto, se você era seguidor no blogger, basta clicar na caixinha laranja que fica aí na lateral e se cadastrar novamente. Se não era, experimente que é bom. Não requer prática nem tampouco habilidade. E eu fico sabendo de outros sites que vocês seguem e conheço mais gente bacana e fico mais esperto e faço posts melhores (melhores?). Todo mundo sai ganhando.

Era isso. De volta à programação normal. Qualquer erro ou problema no blog, me avisa que eu venho correndinho e arrumo.

Servindo bem para servir sempre.

Com amor e, também, com pesar,

Jorginho da Bahia
Grilo falante da humanidade

03/08/09 | Veja mais | 6 comentários;

Eu aceito a gozação, vai

É trilha de puteiro.
É trilha de sessão da tarde.
O clipe tem neon, tem gelo seco, tem mullet e tem ombreira.
É brega.

Mas essa música é linda. Sempre achei.
Me chama de brega.
Pode mandar o flame.

Outra no mesmo quilo:

20/07/09 | Veja mais | 5 comentários;