Harry Potter e o Enigma da Varinha
Estilingado por Jojó da Babá 31/07/2009 às 8:01
CENA 01 – EXT – BARZINHO.
(Jorge e o Brodi tomando uma gelada e falando merda. O brodi começa o diálogo)
- E aí, man, já viu esse Harry Potter todo?
- Já. É bom.
- Porra, tô afinzão de ver!
- Não viu ainda não?
- Pô, não…
- É massa. O final é foda.
- Não conta.
- Saca o Dumbledore? No final…
- Porra, Jorge, não conta a merda do final do filme.
- Tá bom.
- Humpf.
- Harry Potter morre no final desse filme.
- Jura? Porra nenhuma.
- Juro.
- É mentira.
- Então tá.
- …
- …
- … morre mesmo?
- ô. Mortinho.
- E como é que tem mais dois filmes aí pra sair.
- É Harry Potter lutando no inferno pra voltar à vida.
- Sério!!! Rapaz, que foda, viu? Essa autora… como é mesmo o nome?
- J. K. Rowling
- Ela tem umas idéias brilhantes. Por isso que tá rica.
- Pois é.
***
CENA 02 – EXT – MESMO BAR
(Várias cervejas depois)
- Ô, Jorge, vem cá, velho, você já viu a rola de Harry Potter?
- Vai se foder.
- Sério, man. Recebi um e-mail que falava assim “veja a varinha do Harry Potter”.
- E aí você, baitola que só, abriu o anexo.
- Não, man, chegou no meu outlook já no corpo do e-mail. O menino lá ficou nu numa peça na Inglaterra, nem tive como evitar ver.
- Certo.
- Rapaz, o menino tem um ovinho desse tamaninho. E a rola dele é pequenininha.
- Pra quem abriu sem querer, você prestou uma atenção danada.
- Porra, man, tudo você sacaneia.
- Desculpa. Fale sobre a rola do menino então. Não poderia imaginar um assunto mais interessante pra conversar numa mesa de bar com um brodi que eu julgava comedor de mulé até dois minutos atrás…
- É uma rolinha. Só o prepúcio. Minha rola é umas cinco vezes maior que a rolinha do Harry Potter.
- Prepúcio? Cinco? Então agora você é o roludo.
- Tô sendo humilde, man. De que adianta ser rico daquele jeito e ter uma rolinha?
- Esse negócio de pau grande é coisa de peão de obra, jovem. O cara não tem nada na vida e fica feliz de ficar olhando pro próprio pau. A varinhazinha do Harry Potter come mais gente que a sua monstruosidade.
- Minha rola não é uma monstruosidade. Só é maior que a do Harry Potter.
- Sei. Deve ser porque você queria ver a dele dura. Se o Harry Potter fizer um abracadabra e jogar um feitiço na caceta, você vai ver o tamanho da varinha, sacana.
- Rapaz, é um negócio pequeno. Depois cliquei pra ver a galeria…
- Aí não. Viadagem.
- Deixa pra lá. O lance é que minha rola é maior que a do Harry Potter.
- Que alegria.
- Sério. Quando eu fiz operação de fimose, o médico cortou a pele em volta da cabeça de minha caceta e, quando jogou na bandejinha, fez uma zoada. Tipo plá.
- Plá?
- Ou ploft.
- Jovem…
- Oi?
- Vai se foder.
Inveja mata
Estilingado por Jojó da Babá 26/07/2009 às 10:16
Daí que pus essa foto de marcele no post daí de baixo e quis colocar a minha também, uma vez que eu era o bebê mais assombrosamente gato do mundo. Como diz minha mãe, um verdadeiro bebê johnson&johnson. A coelha dentuça do lado é elly, minha irmã, e você pode ver minha mãozinha pousada sobre a coxa dela. Desde pequeno. eu sou chegado numa coxa de mulher.

A foto não ajuda, mas acredite: eu era o bebê mais bonito do mundo.
A diferença entre Marcele e eu é que, diferente dela, eu permaneço gato.
Estilingado por Jojó da Babá 15/07/2009 às 16:21
69 seguidores.
Sugestivo.
Esvaneço-me em elogios catalépticos assícronos.
Estilingado por Jojó da Babá 06/07/2009 às 22:37
Hoje num tem.
Grato pela atenção dispensada.
Amanhã talvez, mas não vá contando com isso.
Ando muito bonzinho e previsível, post todo dia, marcando compromissos e aparecendo…
É isso.
Post enganação
Estilingado por Jojó da Babá 14/06/2009 às 1:38
Nota introdutória: Esse é um post enganação. Pode até ficar grande (ui), nunca se sabe ao certo essas coisas quando a gente senta na frente de um teclado e não tem maiores pretensões, mas o objetivo primordial é dizer que eu tenho a casa mais bonita do mundo (sério) e que, por conta disso, estou falido. Se, ao final dele, você conseguir entender essas duas coisas, você passou de fase e falta pouco pra derrotar o Koopa e salvar a princesinha.
***
Eu, grilo falante da humanidade, dou logo a real: esse post não acrescenta nada.
Como aliás, todos os outros deste blog.
Daí que eu sumo daqui uns dias e fico inventando arte pra encher mais linhas de escatologias diversas, pra não deixar vocês abandonados, mas sei que, de verdade, não faz a menor diferença.
Em casa, parei pouco.
E na agência, no pouco tempo em que estive lá, não me sobrou tempo.
O comps de casa ficou desligado esses dias porque mudei a posição da sala e não tava a fim de deixar o fio da internet esparramado.
E mudei a posição da sala pq chegou o meu sofá novo.
Leia a frase anterior com jeitinho. Não chore de emoção.
É verdade.
Você torceu pra que eu me fodesse, você se emocionou, você acompanhou a epopéia do sofá por aqui.
Você merecia saber que já existe um sofá.
Marrom chocolate, lindo e caro.
Não dá pra comprar sofá na insinuante. Desisti quando vi um sofá com a estampa do Bob Esponja.
Quando tudo o mais der errado em minha vida, eu compro o sofá cama do bob esponja e sentarei nele feliz. Mas enquanto ainda me restam algumas idéias não muito gastas na cabeça e clientes dispostos a pagar por isso, não dá.
Bob Esponja não dá.
Daí que meu planejamento financeiro é mais ou menos um jogo de frisbie que eu jogo sozinho. Eu chego na loja, contraio uma dívida, chuto pra frente e depois corro pra fazer dinheiro pra cobrir.
Até em casar com a primeira catraia que se ofereça em sacrifício eu já pensei, a fim de dividir dívidas com alguém.
Sim, pq o cara solteiro sofre que nem puta frígida nesse mundo de carnês, cartões de crédito e prestações..
Tudo no mundo é pensado pra casal.
Um casal razoavelmente bem intencionado consegue montar uma casinha honesta facilmente. Pega uma geladeira de, sei lá, 700 conto, divide em 36 de R$36,00 (hipotético, matemático leitor, nem faça a conta que dá errado) e não pesa no orçamento. A grana de um serve pra bancar essas coisas pouco importantes, tipo luz, comida e condomínio, e a grana do outro fica de prestação.
Mas o cara solteiro com tendências megalomaníacas e noções de design e tal só se fode.
Daí o jogo de frisbie.
Chuta pra frente.
No dia em que tudo isso der errado, eu vou passar o porrete em tantas lojas que outra crise financeira se intalará. O crédito no Brasil vai ficar mais escasso que adolescente virgem.
E aqui fica um aviso vital:
Volto a sair, beber, passar vergonha e fazer sexo com gente desconhecida só no ano que vem.
Me procurem a partir de março ou abril de 2010.
Aliás, deixem pra junho. A não ser, claro, que o sexo com desconhecidas seja feito em cima de meu sofá novo. Aí dá, pq o sofá eu tô pagando mesmo e aí não preciso gastar dinheiro com jantarzinho e bebidinha. Ou pegar filas quilométricas pra motel, como rolou no dia 12.
Falando no assunto, não poderia deixar de comentar: fila pra motel não dá.
Boring…
Mas até na desgraça dos outros eu, criativo que só, imagino maneiras de me dar bem.
Eu sou a reencarnação do Gérson (já morreu?), que quer tirar vantagem em tudo. Pensei em pegar o carro, uma jante de fusca, uns gatos e vender churrasco na avenida Pinto de Aguiar – nome sugestivo – reduto dos motéis em salvador. Só me faltou saco – sem trocadilho e no bom sentido.
Porém, todavia, contudo, entretanto, vamos expandir esse negócio de tesão. E o grande tesão de minha vida é o meu cartão visa.
Eu sou o rei da prestação.
Não tenho dinheiro pra nada. E isso é sério. Me esqueçam. Não me chamem mais pra tomar cachaça. Não dá. Não tem como.
Tudo bem que, se você insistir, eu dou um jeitinho e me endivido mais – sou o indiano homem isopor, que você coloca cerveja dentro e leva pronde quiser – mas você é meu amigo e quer meu bem.
Mas, obviamente, se você me chamar pra beber de graça, me pegando na porta de minha linda casa e me deixando de volta embriagado, posso sair com você. Será legal, uma vez que eu sou legal, e um pequeno investimento de 30 ou 40 reais de sua parte proporcionará um retorno em risadas e gracinhas nunca antes vislumbrado.
Grato
Jojó.
Estilingado por Jojó da Babá 04/06/2009 às 9:27
Eu como pão com manteiga – nem sempre porque engorda – mas ainda comerei brioches em Paris.














