Mudando radicalmente de assunto

O que vocês gostariam de fazer no meu aniversário?
Vocês vão viajar?
Vocês teriam algum interesse em gastar algum tempo com minha pessoa?

É triste fazer aniversário em feriado.
E eu tenho experiência nisso. Tem 27, quase 28 anos, que eu faço aniversário (pasmem) NO MESMO DIA MALDITO DE FERIADO.

Daí que nunca tive festa na escola.
Daí que nunca tive festinha surpresa – e nem quero, não conseguiria reagir bem.
Daí que nunca foi fácil esquematizar festa.

No feriadão, a tendência natural das pessoas é fugir da cidade. E, obviamente, não vou fazer festa pra 4 ou 5 pessoinhas que, com pena de mim, desistam de suas viagens.

Comemorei poucas vezes meu aniversário. A tendência, sempre, é não fazer nada.
Quando fiz, só fui pra festa quando tinha certeza absoluta que ia um monte de gente. Não há nada pior que marcar uma festa de aniversário e não pintar ninguém.
Eu não suportaria.

Na última festa que arrumei, o bar ficou socado de gente. Acabou a tequila.
Fiquei tão cheio do pau que fui embora e nem dei tchau pra ninguém. Beatles in Senna tava tocando, e tirando uma ou outra merdinha que rolou no finalzinho da noite, foi meu tipo de festa.

Portanto, como o negócio é fazer número, se vocês forem viajar, todos, topo abrir uma licença poética e beber na sexta. Se todo mundo for trabalhar na segunda, vamos pra um bar bem copinho sujo na segunda à noite?

Seria interessantíssimo conhecer o povo desse blog.
Daí iria ficar logo claro pra vocês que eu não sou legal mesmo como aparento aqui e as máscaras cairiam e seria uma experiência sociológica interessante.

Mas me confirme.
Só vou se der um mundaréu de gente.
Meu ego não suportaria 3 ou quatro pessoas semi-desanimadas em volta de uma mesa.

16/04/09 | Veja mais | 13 comentários;

Minha Lápide

Não viverei muito.
Isso é um fato.
Mas nem queria que fosse diferente.
Não quero ficar velhinho e babão.
Como dizia Neil Young ( e kurt botou em sua carta-suicídio), it’s better burn out than fade away.

Adoro essa frase, que em português significa…
Ah, colé, vai se foder:
Quer moleza? Senta numa goiabada.

Mas penso nas frases de lápide que gostaria de ter em meu jazigo final.
E isso não tem nada de gótico ou depressivo, viu, seu abestalhado leitor: a idéia de sintetizar a vida numa frase é fodamente interessante.

As opções atuais:
- Viveu, jogou e parou no auge. E era preto. Mas não era o Pelé.
- Nheco ploft póin. Visite o blog do defunto que é bacaninha.
- Beijo, me linka. Já não posso fazer o mesmo por você.
- Tudo passa. Até uva passa.

Aceito sugetstões, nobilíssimos e amadíssimos leitores.

PS – Só um blog esquizofrênico manda você se foder e te chama de nobilíssimo leitor no mesmo post, né?

29/01/09 | Veja mais | 4 comentários;

Hoje não teve

Mas era pra ter.
Também tou triste: tinha coisa pra blogar.
Mas tive de viajar.
Alguém tem de trabalhar para sustentar minha vida nababesca e meus luxos diversos, que atualmente se resumem a tv a cabo e um carro mil flex seminovo.

E vodca. Absolut.
Quando eu acho o litro no mercado por 18 contos.
Nos dias normais, vocês sabem, eu vou de gin.

Aliás, me dá só um minutinho que vou colocar uma dose.
Hoje eu mereço.

Pronto.
Continuemos.

Quem sabe se esse blog der certo eu paro de trabalhar e passo o dia todo escrevendo merdinhas para o deleite de vossas senhorias.

Enquanto isso, tenho de quebrar pedras.
Acordei cedo como o inferno e acabo de chegar em casa.

29/01/09 | Veja mais | Clap, clap, clap: alguém comentou