Sério mesmo – ou um post bêbado e sem revisão
Estilingado por Jojó da Babá 17/11/2009 às 22:15
Cheguei bem puto dos panos ontem à noite em casa.
Cansado, pressionado e tudo o mais.
Aí peguei o litro de Juanito Caminador Tarjeta Preta, duas pedras de gelo e sentei pra fazer um post.
Por milagres que a razão desconhece, não publiquei.
Depois de meio litro de uísque, acho que dormi sobre o teclado, apertando a tecla de espaço (tinha uns vinte mil espaços numa frase) e babando sobre a tecla control da direita (ela tá meio ruinzinha, deve ter sido isso).
Aí li o post e achei que ele merecia ser publicado.
Auto-preservação? Não trabalhamos.
Leia e se divirta com um cérebro em decomposição sem nenhum tipo de edição, correção ou coisa do tipo. Foi digitado bêbado, logo tem alguns pequenos (eu diria irrelevantes) erros de digitação e pá.
Tá em linguagem de mongol. Todo erradinho. Mas tá valendo.
Se eu precisasse, neste blog, provar que sei escrever bem, estaríamos todos fodidos.
Beijos e queijos…
Jojó
(Hoje sóbrio, mas com uma vontadezinha que não passa de dar cabo da outra metade do litro de uísque).
***
Obs: est5e post não terá nenh8um tipo de revisão: vai sair do jeito que for. É parte do charme dele.
Eu tive um dia de cão. Um dia infe3rnal do cacete do caralho. :
FIQUei puto, pirado, com vocntade de morrer.Saí da agência umas nove e meia da noite. Fodido, Pressionado. Pensando neste post.
Eu tinha que fazer um post hoije.
Aaí fiquei pensando em como começar a abordar esse opst. as coisas que gostaria nde falar e, no entanto, não poderia, uma vez que namorada lê o blog, família lê o blog, o caralho de asa do istopô cabrunco lê o blog.
É uma merda que leiam seu blog.
Eu não queria que lessem isso.
MENTIRA: claro, pórra, q ue eu quero que me leiam e me achem sabido e foda e inteligente e pá;
Volta pro tema, caralho:
A gente fica meio sem jeito de descer a marreta naa vida.
Tem gentes que gostam de ti, malandro.
E as pessoas nçao merecem tomar porrada em posts bestas.
Porque, entenda, querido leitor: a metáfora é futebolística, e eu nem gosto de fgutebol, mas no caso serve: eui sou um cara que pede a bola pra jogar.
Explicando: umagina uma pelada (em soterópolis: imagina um baba): tem uma galere num lado, outra galerte nuotro. Tem um broduis que pede a bola o tempo todo: “passa a bola pra mim, caralho,. passa a biola pra mim”.
Você passa a bola pro brodi na primeira vez, e o bordi se fode, mete a bola na trave. Não foi gol, mas o cara decide. O cara é o chu7tador num time de gente cagalhona que tem medo de levar falta. Você pensa consigo mesmo: n”a próxima vez que este corno pedir a bola, eu passo pra eole”;
Aí, malandro, voltando ao rqciocínio>: tem dois tipos de gente no mundo> tem gente que pede a bola pra jogar, e gente que se esconde.
Eu peço a bola pra marcar golç. Sempre. Em qualquer circunstancia da vida.o famoso “sai de abaixo que eu resolvo, porra”. as vezes vai pra fora, mas eu chuto, e foda-0se.
Eu falo isso SMEPRE, EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS DE MINHA VIDA.
é UMA MERDA;
Bom eé o broidi que se contenta em ser zagueiro.
só qe, malandragem amgia,´as vezes, voce pede a bola pra jogar e fica com medo de não conseguir resolver a partida. so quie o MUNDO INTEIRO, acostumado com voc~e goleador, não admite que você sinta medo de nao conseguir.
E eu sinto medo, porra. Eu sou gente.
Daí tava puto da vcida pr tô com uma repsonsabilkidade do tamanho do mundo em minhas costas, tava com raiva por dentro, a caminho do centro (racionais mcs feelings) e daí tudo me irritando:
Chego em casa, a garrafa de meu uísque aberta,ficquei pútpo. Só0 tinha um charuto da caixa que comprei – CARO, CARALHO, FOI CARARALAHLMENTE CARO – pq um e outro foi pedindo e foda, foi caabando.
Aí bebi e massa estou! Aê! piui!
Esse era pra ser um post pirado.
no etntanto, me sinto bem.
Eu vou resolver o abacaxi. Eu sei que eu vou.
Jonhhinie wlak é coragem engarrfafcda!
Assim não pode, assim não dá
Estilingado por Jojó da Babá 18/09/2009 às 23:18
Bom, o Zé Mayer tá fazendo o maior sucesso na novela e tal. Teve o Zé Mayer Facts, post onde reuni algumas das pérolas que rolaram na web sobre o eterno galã e tal e coisa. Nego lançou um site chamado (que mais?) zemayerfacts.com.br e a coisa tá tomando proporções épicas.
Nenhuma das mulheres que se dispuseram a comentar no post falaram assim “eca, ele é um nojinho de galã, tá idoso e tal”. TODAS falaram “pra ele eu dava, pra ele eu dava”, algumas com rematada disposição.
Ninguém notou o tom irônico e maledicente do post.
Prova que um blog de ironias sutis e quase 700 posts escrotinhos não vale nem meio galã da terceira idade (sim, este post terá um tom maledicente).
Voltando aos facts: tinha até uma pérola que era assim (e que não coloquei no post porque achei, inocentemente, que não cabia no meu caso): “sabe sua namorada que te ama e tal? Ela quer dar pro Zé Mayer. Nada pessoal”.
Eu estava achando tudo engraçado, divertido e tal e coisa.
Até que a porra empenou pro meu lado.
Aí perdeu a graça. Aí ficou chato. Aí virou campanha.
Bati panelas pela casa. Ainda bato, neste exato momento, com a canhota (panelas, pessoal maldoso…) e escrevo este post com a destra. Virou post, como vocês podem ver, o que significa que buliu com meus nervos.
Dá sexta à noite, venho eu para casa, uma vez que estou absolutamente exausto (a semana foi punk). Meu celular faz tililim e é uma mensagem de texto. De Namorada. Dizendo “Namorado, pega umas lições de garbosidade com Zé Mayer aí!”
Obviamente, reagi.
Com garbo, como me é de costume.
Respondi à mensagem, dizendo algo como “não é necessário: Zé Mayer tem muito a aprender com Jojó da Babá a respeito da arte da sedução de várzea, da sedução moleque, da sedução pé descalço e bola de meia”.
Eu sei que foi uma boa resposta.
Fiquei me sentindo bacanão.
Mas tem coisas que é melhor resolver a quente. Ligo pra Namorada.
- Ô, Namorada, sou bem garbosinho, preciso das dicas de sedução desse mané, não. Aliás, ensinei muita coisa pro Zé Mayer. Eu criei o jantar romântico com sérias restrições orçamentárias, não custa lembrar. Sou um ícone da sedução interplanetária. Não tem nada que ele faça que esteja fora do meu alcance, como homem romântico, rústico e bem-sucedido que, você bem sabe, eu sou.
- Tudo bem. Mas você viu o que rolou agora no começo da novela?
- Não, acabei de chegar (imitando o sotaque do Richard Gere naquela propaganda. Se é pra apelar pra galã, vamo logo pro esquema “dedo no olho e chute no saco”. Quando eu quero ser sedutor, eu exagero). Fez o quê? Abriu uma garrafa de champagne com o cu? Isso é bobagem e tal…
- Ele levou a Helena (sempre helenas) pro meio do mar num barquinho, daí disse “nosso restaurante flutuante está pronto”, puxou uma lanterna, deu duas piscadinhas e um iate FODÁSTICO se acendeu todo, se aproximou e tal. Lá, um jantar lindo, flores, champagne, blá blá blá, whiskas sachê, blá blá blá…
- Hum. Certo. Mas olha só…
- Depois, meu bem: a novela tá começando. Beijo, beijo e tchau.
Neste exato momento, viro pra tv e tá o Zé Mayer catando em alta a mulher lá. A mulé do Lázaro Ramos.
ABREPARÊNTES:
O Lázaro Ramos é baiano. Logo, é brodi. Mas se fodeu nessa.
Imagina o casal, agorinha, jantando, sei lá, uma comida comum, comezinha, tomando Kuat Eco e ele perguntando “e aí, meu bem, como foi o dia de trabalho?”, ao que ela responde “nada demais, neguinho, um monte de cenas pra gravar, aquela coisa normalzinha” e ele fala “vamo ligar a TV” e começa a passar a nega dele EMPOLGADAMENTE enroscada nos beiços do Zé Mayer. Com um entusiasmo incomum.
- É esse o seu dia normal de trabalho?
Cabe lembrar que, na última novela, o Lázaro Ramos deu uns catos na Marília Gabriela. Coisa que não merece nenhum comentário, mas terá: Lazinho, meu filho, nem precisa esperar o encontro com o capeta do ladelá, porque NADA no inferno se compara ao que você passará, toda noite, até o final dessa novela.
Não sei se é pior apertar a Marília Gabriela ou ver o Zé Mayer apertando sua nega durante o jantar.
FECHAPARÊNTES.
Zé Mayer dando um aperto na nega e Roberto Carlos cantando alguma coisa tipo “minha mulé tem a pele morena”. Fiz um “bah” qual raposa de Esopo, mas la nave va e a cena continua…
O dia amanheceu e ele pulam na água. Nus, é claro. A nega vira e fala “quentinho esse mar…” e ele, serelepe, retruca “providenciei isso aqui para nós dois”.
A pergunta que invejosamente não quer calar é “providenciou como, cara pálida? Fez xixi na água?”.
Aí namorada achou o treco engraçado e manda mais uma mensagem. “Que água quentinha! Preparei pra você… Jooooga zé!”.
Que coisa engraçada. Mal consigo digitar de tanta risada que estou dando agora. #Not.
- Nossa, namorada, você é muito engraçada. Frouxos de riso. Estou rindo bastante, mesmo.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.
- Já pensou em uma carreira como stand up comediant?
- Olha, nem posso falar muito. Você não veio me ver hoje, daí o Zé Mayer tá subindo o elevador.
- Certo. Muito engraçado. Manda um abraço pra ele.
- Pode deixar que eu vou dar.
- Vai dar?
- Ô.
- Vai dar é duas bifas que eu vou dar em tua fuça. Quero ver se o Zé Mayer vai querer alguma coisa com você quando você estiver tetraplégica.
- AHAHAHAHAHAHA
- Olha, vou desligar também que a Aline Morais tá chegando aqui.
- E é?
- Ô. Tá trazendo o galeto. CD do Harmonia está a postos. É nóis.
Falei isso mas não ficou engraçado como soou aqui no blog.
O fato, amados leitores, é que o Zé Mayer inviabiliza qualquer gesto romântico por parte de qualquer homem.
Você leva a sua nega no restaurante mais foda da cidade, mas ela só vai lembrar do iate do Zé Mayer. Você pode mandar os buquês mais lindos de flores do universo, mas a sua nega só vai conseguir lembrar do Zé Mayer dizendo “estamos começando uma lua de mel linda, que não vai ter final nunca”.
Em protesto, amanhã, sabadão, leve a sua senhora pra tomar um rabo de galo no pior muquifo que estiver à disposição em sua cidade. Não faz diferença, mesmo. Ela está anestesiada pelo Efeito Zé Mayer.
Demosdosquêm, até o final da novela, foie gras e o patê de fígado de frango que vende em sachê, da Sadia, terão o mesmo sabor para todas as mulheres brasileiras. Economize e agradeça ao Zé.
E acostume-se à ideia de ser comparado cotidianamente – e perder na comparação – com o maior clichê da televisão brasileira (inveja mode on).
último zé mayer fact: Para ancorar o seu iate em alto mar Zé Mayer só precisa abrir o zíper.
Nem vi graça;
Hoje eu merecia
Estilingado por Jojó da Babá 02/09/2009 às 8:57
- Uma rede. Ou melhor: duas. Uma wifi e outra de índio.
- Um notebook. Apple. Só pra resolver as coisinhas mais gritantes.
- Água de coco. Em forma de cubos sólidos e geladinhos, boiando dentro de um copo com uísque.
- Um dvd de Eric Clapton. No talo.
- Cafuné. Cheiro no cangote. Essas coisinhas carinhosas, bolinativas e agradáveis que ocorrem pré-processos-copulatórios.
E tenho:
- Uma internet vacilante. A cadeira mais anti-ergonômica do mundo.
- Um computador que já viu dias melhores. E windows.
- Café preto. Litros. E uma pilha de jobs bem sólidos, boiando na pauta, pra matar.
- Duzentas reuniões com clientes. E ninguém canta “I´ve been waiting so long… for the sunshine of your love!” nessas circunstâncias (apesar de muitos clientes term o péssimo costume de me colocar on my knees, begin, darling, please!).
- Clientes, atendimentos e funcionários fungando e rosnando em meu cangote. “Cadê minhas peças, cadê minhas peças…”
O dia promete.
Bom dia é o caralho.
Eu detesto gente inteligente…
Estilingado por Jojó da Babá 30/07/2009 às 19:21
Estilingado por Jojó da Babá 24/07/2009 às 14:16
Vocês sabem que, quando eu começo a encher esse blog de merdinhas dos outros, é falta de tempo, né?
Preciso ganhar dinheiro, gente.
Aí não dá pra ficar escrevendo merda, aqui, de graça, todo dia.
Preciso escrever coisas inteligentes e relevantes e vendedoras pros clientes de minha agência, que pagam.
Imagina isso como um prostíbulo.
Eu sou a puta véia.
Vocês vêm aqui, fazem comentariozinhos insinuantes, me levaram na conversa e fodeu: pra vocês, eu dou de graça.
Sinto uma falta de escrever aqui que chega a ficar chato.
Mas aí começa a acabar o pó de café e a tequila e a vodka absolut e eu lembro que preciso ganhar dinheiro, daí me dedico ao clientes e ofereço nacos de minha carne em sacrifício, em formato de títulos e textinhos.
Mas, em breve, vocês me pagam um suquinho e eu volto.
Ou não me pagam nada e eu volto ao vomitório costumeiro de crônicas pouco inspiradas a respeito de fatos absolutamente irrelevantes.
O fato é que eu volto, soon.
Não me abandonem.
A pior coisa na vida da puta é terminar a carreira no ostracismo.
Ueba
Estilingado por Jojó da Babá 08/07/2009 às 21:02
Danie (ela), uma leitora reincidente da bagaça aqui, colocou um comentário muito bacana sobre o post daí debaixo, do Toquinho (lá ele).
Me chamam de louca porque digo que ‘toda vez que um artista me emociona, dá vontade de fazer amor com ele’. mas ainda não encontrei uma frase mais louca ao pé da letra possível para descrever quando uma obra e um artista me comovem.
Diante disso, só me resta perguntar: você se sente emocionada aqui, amiguinha?
Tá livre no sábado à noite?
Aceita tomar um cappuccino, ou vodka cara, ou gin barato, ou whatever?
Brincadeira, viu, Danizinha do coração de papai.
A gente é amiguinho, mas não poderia perder a piada ;)
Eu também tenho vontade de comer artistas que me emocionam.
A Carla Bruni, então, nem se fala.
Humilde
Estilingado por Jojó da Babá 07/06/2009 às 11:34
Lendo meu próprio blog, descobri que eu sou um cara divertido e legal.
Se eu não fosse eu, eu dava pra mim.
Finalmente
Estilingado por Jojó da Babá 06/06/2009 às 8:22
Eu desço o sarrafo aqui na malandragem e o povo nem se mexe.
Aí, quando eu recebo um comentário assim, fico feliz!
“machista, idiota, pervertido…
EU TE ODEIO!!!!!!!”
Obrigado por fazer meu dia melhor, comentarista!
Como eu tava conversando com a @carlarafaela ontem, aqui em sampa, tomando bebidas estranhas em bares com emos e outros tipos esquisitos de gentes, “eu quero uma stalker pra chamar de minha”
Sugestões de presentes
Estilingado por Jojó da Babá 18/04/2009 às 3:16
E por que não?
Já assumi que sou invejoso, já fiz coisas piores neste blog.
Não será uma listinha de mimos que me deixará pior aos olhos de vocês.
Primeirão: uma garrafa de tequila Jose Cuervo.
Vai ficar bem no bar de casa.
Principalmente se conseguir durar mais de uma semana.
Daquela envelhecida.
Segundão: livros.
Mas seja criativo. Se me der coisas como “A cabeça de steve jobs” ou “a menina que roubava livros” vai receber de volta um muxoxo.
Eu tenho ambos.
Também não me venha com obviedades como “O livreiro de cabul”.
O muxoxo será ainda maior e você perderá um amigo.
Sim, pode ser que eu seja de fato seu amigo.
No geral eu finjo, apenas, mas você nunca vai ter certeza plena disso, logo ande direito.
Paulo Coelho é o caralho.
Livro de fotinhas insossas tipo “Um dia daqueles” é o caralho.
Biografias de artistas dodóis e perturbados fazem sucesso.
Tenho várias, pode ser que você me dê em duplicidade, mas vou te respeitar por isso. E sempre há como ir na saraiva e trocar seu presente escolhido com tanto carinho por algo que valha a pena.
Mas você pode fazer como Scheila, que até hoje tem meu exemplar de Ensaio sobre a Cegueira e me prometeu devolver, embrulhado pra presente, na manhã do dia 21 de abril. Não há como negar que é um presente original e, sem dúvida, eu devo ter gostado do livro, senão não teria razão para comprá-lo.
Eu amarei ainda mais Scheila por conta disso.
Todos os outros que ainda têm livros meus em seu poder, se quiserem seguir o exemplo da mocinha, ganharão um sorriso sincero e feliz.
Mas ainda há outras opções.
Cartazes originais de filmes velhos.
Um sofá da Tok & Stok (por que não? sou legal, oras, deixa de ser mão de vaca).
Uma bronha bem batida (opção inválida para brodis, só pras meninas).
Uma caneca de porcelna (adoro).
Coisinhas bonitinhas (sem ser idiotinhas), como um livrinho handymade.
Meia horinha de sexo sem compromisso (mesmo lance da bronha).
Uma garrafa térmica estilosinha.
Qualquer coisa de metal.
Uma quesadilla.
Um boquete (mesma… ah, você entendeu)
Um vinil velho e estiloso, de Hendrix ou dos Beatles ou do monstro fodástico Stevie Wonder ou do animal Barry White.
Aliás, qaulquer coisa da Motown. Aretha Franklin. Você ganhará 5000 pontos extras e mais uma vida e mais dois continues.
Um Vitrola que funcione. Se não não vou ter como ouvir o vinil que você me der.
Um ipod novo. O meu velho eu vendi hoje porque um brodi botou uma grana na minha frente e eu não guento ver dinheiro.
Um cheiro. Esse vale 10 mil pontos extra life, você passa de fase.
Um abraço gostoso ao vivo. Daí você zera o jogo! Tá vendo como eu sou facinho, mané?
Viu? Opção não falta.
Mudando radicalmente de assunto
Estilingado por Jojó da Babá 16/04/2009 às 9:19
O que vocês gostariam de fazer no meu aniversário?
Vocês vão viajar?
Vocês teriam algum interesse em gastar algum tempo com minha pessoa?
É triste fazer aniversário em feriado.
E eu tenho experiência nisso. Tem 27, quase 28 anos, que eu faço aniversário (pasmem) NO MESMO DIA MALDITO DE FERIADO.
Daí que nunca tive festa na escola.
Daí que nunca tive festinha surpresa – e nem quero, não conseguiria reagir bem.
Daí que nunca foi fácil esquematizar festa.
No feriadão, a tendência natural das pessoas é fugir da cidade. E, obviamente, não vou fazer festa pra 4 ou 5 pessoinhas que, com pena de mim, desistam de suas viagens.
Comemorei poucas vezes meu aniversário. A tendência, sempre, é não fazer nada.
Quando fiz, só fui pra festa quando tinha certeza absoluta que ia um monte de gente. Não há nada pior que marcar uma festa de aniversário e não pintar ninguém.
Eu não suportaria.
Na última festa que arrumei, o bar ficou socado de gente. Acabou a tequila.
Fiquei tão cheio do pau que fui embora e nem dei tchau pra ninguém. Beatles in Senna tava tocando, e tirando uma ou outra merdinha que rolou no finalzinho da noite, foi meu tipo de festa.
Portanto, como o negócio é fazer número, se vocês forem viajar, todos, topo abrir uma licença poética e beber na sexta. Se todo mundo for trabalhar na segunda, vamos pra um bar bem copinho sujo na segunda à noite?
Seria interessantíssimo conhecer o povo desse blog.
Daí iria ficar logo claro pra vocês que eu não sou legal mesmo como aparento aqui e as máscaras cairiam e seria uma experiência sociológica interessante.
Mas me confirme.
Só vou se der um mundaréu de gente.
Meu ego não suportaria 3 ou quatro pessoas semi-desanimadas em volta de uma mesa.














