Rebolation – uma consideração

Porque, assim: o povo descendo a marreta no rebolation. Eu também.
Mas se a massa faz zig, eu tento fazer zag:

- De longe, o rebolation não é a pior coisa produzida pela Bahia.
Não é mesmo.
Gaste cinco minutos do seu mísero tempo e pesquise por “dança da garrafa” no youtube.
Você já dançou isso,  bêbado, no final de uma festa de formatura, com a gravata amarrada na testa, e achou que tava abafando.

Confesse, seu verme patogênico, confesse!

Eu, antes de ser essa pessoa rica e bem sucedida que sou, aluguei som pra festa de quinze anos e ficava lá, trocando os cds. Tipo um DJ, mas se você contar pra alguém esse segredinho de minha adolescência, sorry, mas nossa amizade termina. E lembro de ver uma quantidade enorme de garotinhas dançando com shotinho malhação coladérrimo, dividindo as xoxotinhas em formação, aboletadas sobre uma garrafa em pé.

Mas tem coisa pior, ainda: você também se lembra do pau que nasce torto e nunca se endireita (menina que requebra, mãe, pega na cabeça). E muito mais coisa.

Nada é tão rum que não possa piorar.

(Começado na época do carnaval. Não terminado porque meu objetivo era fazer um inventário da quantidade de merda que a Bahia produz. Fica mais fácil entender a preguiça que fiquei e porque abandonei o post como uma pequena observação apenas)

02/05/10 | | Clap, clap, clap: alguém comentou

Um comentário em “Rebolation – uma consideração”

  • Caio Costa falou:
    02/05/2010 em 8:31

    Pois é, conheço alguém em comum que fez mais ou menos isso que você relatou no post, hehehe.

    E concordo com vc: Rebolation é café com leite em relação aos hits do passado não tão distante assim dos nossos carnavais

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