A caçada ao Pau de Fernanda Young

Semana passada eu tive de dar um pulinho em São Paulo por conta de uns trecos da agência.

Soa bem a frase.
Parece que é uma coisa constante dar pulinhos em São Paulo, sendo eu um empresário bem sucedido que viaja sem mala, como a frase acima quis sugerir.

Seria bom, afinal São Paulo é massa, mas não é.
Desta vez, fui quarta à noite e voltei na madrugada entre sexta e sábado. Só deu tempo de resolver o treco e de chorar de frio de madrugada, no hotel muquifinho que meu querido sócio reservou pra mim, na boca da Praça da República.

Eu já devo ter dito aqui – se não, fica dito agora -, mas eu ODEIO andar de avião.

É uma bosta.
É desconfortável.
Te dão Tubaína sem gás e um saquinho de amendoim. Você ainda tem de agradecer.
Aliás, dica de companhia aérea: webjet. Não vá nunca.

Voltando a blasfemar contra voos: Eu enjoo, meu ouvido estoura e eu sempre, sempre, sempre acho que a porra vai cair.

Sempre.

Lembra da cena da queda do avião do Náufrago, né?
Repasso a mesma em todos os seus detalhes durante a viagem toda.

Essa foi, acredito, a primeira viagem de avião que fiz sozinho na vida, portanto o kit de chiclete-livro-mp3 para me distrair durante o voo foi montado para essa ocasião em específico, e funcionou a contento na ida (apaguei, roncando e babando sobre a passageira ao lado). Imaginei que funcionaria também na volta.

Mas eu hoje sou um cara mais esperto e, racionalmente, tento driblar meu DDA.
As músicas do celular eu tinha ouvido na ida, o livro já havia sido lido e eu ia sambar, sem ter o que fazer durante a viagem. Portanto, esperto que só, resolvi passar numa livraria do aeroporto de Cumbica e comprar alguma coisinha pra ir lendo.

Achei um livro que catei na hora, chamado Superfreakonomics (já tinha lido o não-super e adorado), mas pensei comigo que tava meio de saco cheio de leitura séria. Passeando o olhar pelas prateleiras, vi uma foto em preto e branco de um pescoço de mulher na capa de um livro.

O nome do livro era “O Pau”. Fernanda Young.
Eu sou fã da surtada.
E a foto do pescoço feminino parecia, sem sacanagem, uma caceta.

Achei engraçado o trocadilho visual e, sendo o livro de autoria de quem é, não titubeei: catei o mesmo, passei no caixa, meti a pica no Visa e fui embora.

Tava frio pra cacete – sem trocadilho. Eu tava de terno por conta disso.
Sentei numa cadeirinha do aeroporto pra fazer hora pra embarcar, cruzei as pernas, puxei os óculos do bolso, catei o livro na sacolinha plástica e comecei a ler.

Uma senhor que tava sentado na cadeira do lado riu, com um certo tom de escárnio. Olhei pra ele sério e compenetrado sem entender. Ele disfarçou, olhou pro lado. Não entendi. Daí liguei os pontos: um cara de oclinho na cara, perninha cruzada, terno de risca, todo arumadinho, lendo um livro chamado “O Pau” com uma foto que lembra – com uma certa boa vontade – a cabeça de uma pica.

O coroa deve ter raciocinado sobre mim: o brodi é bicha.
Gelei. Caralho, eu tava altamente bichético nesse figurino.
Guardei o livro na sacolinha plástica.

Sacaneado. Porra, queria ler a bosta do livro, mas ia ficar estranho.

Mudei de cadeira. Peguei o Superfreakonics, botei sobre a capa do livro da Young e retomei a leitura. Um cara senta do meu lado e puxa papo:

- E aí, indo pra onde?
- Salvador.
- Ah.
- …
- Lendo o quê?

Eu, esperto, levantei os dois livros e fui taxativo, respondendo de maneira macha e viril:

- Superfreakonomics. Sobre economia de incentivos.

O cara nem deixou a bola quicar:

- Não, esse eu vi que você tá na mão: tô perguntando o outro, que tá aberto…

Me fodi. Respondo com um fiapo de voz:

- O pau. Fernanda Young
- Ah… que nome, hein?
- Pois é.
- …
- …
Tentei arremedar

- Fernanda Young é aquela gostosa que saiu com o xoxotão cabeludo na Playboy outro dia aí…
- …
- Mó gostosa. Viu não, mermão? Delícia!
- …

O cara baixou a cabeça, virou pro lado e saiu em cinco segundos.

Embarquei.
No avião, continuei utilizando o estratagema do Superfreakonomics por cima da capa do Pau (lá ele). Claro que teve uma hora em que eu cochilei e o livro caiu, com o Pau pra cima, no meio do corredor.

Um senhor lá me cutucou no ombro: “ô rapazinho, olha aí suas pornografias caindo no chão”.

Cheguei em Salvador por volta das duas da manhã de Sábado.
Peguei o carrinho, joguei meus trecos dentro – inclusive os livros – e fui pro carro, que tinha ficado estacionado no aeroporto. Depois de pagar uma quantidade de dinheiro nababesca pro serviço de parking, fui pra casa.

Chegando, uma chuva do cacete, deixei minha pasta, os livros, o terno e uns papéis dentro do carro. No dia seguinte, vou procurar e encontro tudo no mesmo lugar.

Menos os livros.
Larguei os livros no carrinho do aeroporto.

Fiquei furibundo.
Toca então a ligar pro aeroporto pra ver se o setor de achados e perdidos, por ventura, não havia achado a sacolinha e guardado.
Ninguém atendia.

Depois de um tempo, comecei a achar melhor que ninguém atendesse.
Afinal, como é que eu iria descrever o treco?

- Alô, moça? Bom dia, olha, eu cheguei de viagem na sexta, esqueci uns livros e tal. Será que alguém achou?
- Olha. senhor, tem uns livros aqui. Qual o nome do seu livro?
- …hum, deixa pra lá…

Mas, no bom sentido, a porra do Pau da Fernanda Young não saia de minha cabeça. Pensei em ir numa livraria e comprar os livros novamente, seria mais fácil. Afinal, no Brasil, ninguém devolve porra nenhuma, mesmo…

Mas achei uma sacanagem com meu suado dinheirinho. Daí, na segunda à noite, depois de tentar o dia inteiro falar com o setor de achados e perdidos do aeroporto, resolvi ir lá pra ver in loco se nêgo tinha achado meus livros.

Cheguei, me dirigi primeiramente ao caixa do estacionamento.

- Oi, moça, cheguei de viagem dia tal, esqueci uns livros no carrinho. Tem como ver se tá por aí?
- Olha, senhor, tudo que a gente acha a gente entrega pro pessoal da infraero e tal… Mas deixa eu dar uma olhadinha…

A tia saiu do guichê e entrou numa salinha do lado. Volta um minuto depois.

- Como são seus livros?
- Olhe bem, moça, eles tão numa sacolinha plástica com a marca do HSBC e tal.
- Certo. E que livros são?
- Tem um que se chama Superfreakonomics, tem uma maçã na capa, o fundo da capa é preto, fonte helvética condensada e tal…
- Superfricoquem?
- Superfreakonomics (do alto de meu sotaque jamaican style)
- Ah, moço, assim vai ficar difícil de devolver os livros…
- SUPERFREAKONOMICS! SU-PER-FRI-CO-NO-MI-QUIS!

Nisso, a fila de gente aumentando. Eu suando. Irritado. A tia prosseguiu.

- E o outro livro, você falou que era como mesmo?
- Eu não falei, de fato. Não tão na mesma sacola? são meus, oras.
- Ah, mas se não souber do outro livro eu não tenho como devolver. Tem a nota fiscal?
- Tá na sacolinha, junto com os livros. Acho.
- Não tem nota nenhuma na sacoola. Se não descrever o outro livro eu, infelizmente, não posso devolver. Como é o outro?
- Tem uma foto de uma mulher em preto e branco na capa!
- Vixe, então não é esse não…
- É sim, moça.
- O outro livro tem uma outra coisa na capa…
- É moça, parece um… parece um… parece um pinto (um fiapo de voz. A fila inteira prestando atenção).
- Parece o quê, meu filho? Fala mais alto!
- Um pinto, tia. Uma rola.
- Ahn?
- UMA JEBA, UM CARALHO, MINHA SENHORA!
- Epa, não precisa ofender! Ok, parece um pênis, sim. E o nome do livro?

A fila já rindo. Entreguei pra Cristo.

- É O PAU DE FERNANDA YOUNG, MINHA SENHORA. O PAU. DÁ PRA DEVOLVER A PORRA DO PAU DA FERNANDA YOUNG PRA MIM, FAZENDO O FAVOR?

A tioa voltou pra saleta, saiu com um sorriso confiante e me entregou a sacolinha com os livros.

- Muito obrigado, tia.
- Não há de quê.

UPDATE: o Vitor, comentarista desocupado, achou a imagem da capa.

14/04/10 | | 60 comentários;

60 Comentários em “A caçada ao Pau de Fernanda Young”

  • TININ falou:
    14/04/2010 em 0:47

    AHAHAHAHAHA
    Primeiro estew seu medo de voar, hilário!
    Dentro do avião sempre ouvir as mesmas coisas…abaixa a mesinha, levanta a mesinha é o mais intrigante…O que pode a mesinha influenciar numa aterrisagem? Se o avião cair , a mesinha cai junto, hahaha
    Depois , tenho que concordar contigo, a webjet é uma m…, me senti como na rodoviaria pegando onibus, funcionários mal educados, passageiros desorientados, nadinha de serviço de bordo, e eu que adoro aqueles sanduichinhos com refri, tava com fome, e fiquei na seca…
    Mas eu sou assalariada , funcionaria publica fudida, voce é um empresario bem sucedido, talvez um pouco esnobe , talvez meio pão duro, afffffffffff…Isto não vem ao caso, ou vem?
    Agora este livro que nunca ouvi falar, hashaha Ela é escritora? Do que se tratava…Afinal , era um pescoço ou um pau…hahahaha…Voce leu?
    Chega …
    Um beijo
    T I N I N

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    Jojó da Babá Reply:

    @TININ, jamais esnobe. E como ser pão duro sendo pobre?
    O livro é bão, tô lendo.

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    TININ Reply:

    @Jojó da Babá,
    Entendi…+ ou -…
    Me diga, nunca visita os seus seguidores?
    Quando não há troca , acabamos nos tornando esquecidos.
    Mas saiba que respeito de qualquer maneira que conduza seu espaço, e gosto dele incondicionalmente, só receio esquecer de voltar.
    Beijão
    T I N I N

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    Jojó da Babá Reply:

    @TININ, visito quase sempre. Só me passo de comentar. Shame on me. Vai desculpando o mal jeito.

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    Ruan Spósito Reply:

    @TININ, jorginho, vc é uma figura cara….
    me mijei de rir
    abs

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  • Marcelo falou:
    14/04/2010 em 8:22

    Bom, conhecer o livro eu conhecia, já havia visto por ai.
    Agora ela (FY) tem de te pagar 5% sobre a venda a partir de hoje, seu texto está melhor que qualquer propaganda já feita para divulgar livros no Brasil.

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  • Rafael falou:
    14/04/2010 em 8:36

    O lance é o seguinte, Jojó: você fica aí, pagando de butequeiro bem-sucedido, de grande entornador; aí vem pra são paulo e nem pra pagar uma brejas pros seus seguidores paulistanos… Deus castiga, véi! Isso aí é o Pênis Onimpotente do Senhor em ação! (sem necessárias referências ao seu atual livro de cabaceira, claro).

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    Jojó da Babá Reply:

    @Rafael, foi mole meu. Não vou mais errar. Quando for novamente em Sampa, aviso aqui e aí rola a cachaça.

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  • Willian falou:
    14/04/2010 em 8:52

    Engrosso o coro de que isso é a ira Divina em ação! Um senhor frequentador de botecos nordestinos, vem a São Paulo e nem se quer pensa em seus leitores paulistanos, nem ao menos faz uma menção a estar perto de nós para podermos degustar de sua presença e até tomar uma tequila com café tsc tsc. E acho que isso é só o começo, quero dizer, foi só a cabecinha…

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    Jojó da Babá Reply:

    @Willian, a cabecinha é lá nele, em mim não. E, da próxima, aviso aqui pra gente beber.

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  • Vitorsemc falou:
    14/04/2010 em 9:07

    E esquecer o Pau no aeroporto é muito desleixo de sua parte, Jojó. Afeta sua imagem frente ao poderio feminino que lê este blog.

    Se bem que ficar com o Pau na mão durante o vôo inteiro só não queima mais seu filme que guardar o Pau no saco.

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    Jojó da Babá Reply:

    @Vitorsemc, enquanto pensava sobre este post, essa imagem de guardar o pau no saco foi constante. Esqueci de usar este trocadilho no texto.
    Mas acredite: o mulherio sabe que sempre tenho em meu poder, pronto para uso, um pau de ampla magnitude para o deleite feminino.

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  • Julia falou:
    14/04/2010 em 11:04

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk… rashay!

    “A fila já rindo. Entreguei pra Cristo.” >>> galerinha escrota dessa fila hein? kkkkkkkkkkkkkkkkkk…. /morrí

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  • Dani(ela) falou:
    14/04/2010 em 19:57

    a mulher é ‘fálica’ até olhando pra cima. (a foto é bela mesmo).

    tava no shopis e vi na prateleira. um monte de tia circulando e ninguém com coragem de pegar no livro. meti a mão…

    vergonha no caixa; cartão estourado :(

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  • Karen Sampaio falou:
    14/04/2010 em 20:07

    To MORRENDO de rir aqui. MUito bom!

    Esse eh o Jorge de sempre..tava na saudade heim..essas “rapidinhas”que vc tava postando tava me deixando entediada!

    Sobre a Webjet…eu prefiro ir p Campinas e vim de busu p sp do que viajar por ela. A primeira e unica vez que viajei o voo atrasou 2h, resultado: ganhou o maravilhoso apeligo WebJegue!

    Da Próxima vem pela azul, tem tvezinha, varios tipos de lanchinho e eh a mai barata!

    Junho tô ae p essa tequilagem!

    =D

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  • Wilde falou:
    14/04/2010 em 23:56

    Jorge, já sou sua seguidora a um tempinho, mas nunca tinha comentado. Sou de Natal-RN e no ano passado conheci sua terra, que por sinal eu ADOREI.
    De qq forma após ler este seu texto, eu tinha que comentar.
    Foi muito engraçado.
    Parabéns!
    Bjo

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  • Daniele falou:
    15/04/2010 em 20:13

    Então sr. empresário, bem sucedido… fiquei imaginando o porque não levou o notebook, jogar um pouco de paciência, durante o vôo, ou algum outro joguinho legal e menos batido quem sabe…
    eu ri imaginando a cena de você de pernas cruzadas e terno lendo o pau… e ri mais ainda do constrangimento que passou tentando esconder o livro e de se explicar pra mulher do estacionamento.
    Eu gosto dos livros de Fernanda Young, tinha visto as entrevistas dela sobre O Pinto, mas ainda não tive tempo (dinheiro + coragem rs) pra comprar um exemplar =D Depois desse texto, comprar um urgente, assim que eu encontrar uma boa desculpa na hora de me perguntarem o que estou lendo rs
    Abraço.
    Abraço

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    Jojó da Babá Reply:

    @Daniele, não tem paciência em meu robusto notebook. E tenho medo de utilizá-lo na rua, uma vez que o que não falta é ladrão.

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    Daniele Reply:

    @Jojó da Babá, hummm entendi… e essa idéia fixa e psicótica de ficar repassando a cena da queda do avião do filme? rsrs daqui a pouco não anda de navio por que lembra Titanic. Eu ia mandar abraço, mas já foram dois no comentário de cima sem querer, então, contente-se huuhuhu

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  • Iris Vidal falou:
    15/04/2010 em 20:28

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    A primeira coisa que fui fazer quando comecei a ler o post (lá pelo 3 parágrafo), foi abrir uma aba no google images e procurar a capa do livro! uahuahah

    Concordo com o amigo que diz que a FY tem que te pagar por este post! tá maravilhoso, e eu tô morrendo de vontade de ler o tal pau

    eu daria tudo para estar nessa fila do caixa do estacinamento! hahaha

    bjaO

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  • Cristiane falou:
    18/04/2010 em 10:57

    OI Jojó, cara um dia pesquisando sobre a recem descoberta Beirut te encontrei…chorei de rir com aquele post da mão no tabaco… seus posts são muito engraçados, parabéns!!! Ah e eu moro em SP, e já não acho mais massa, falô?!!!Bjos

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  • Jujuba Verde falou:
    21/04/2010 em 1:02

    Como viajante que sou, me deliciei com seus comentários do trânsito no aeroporto…amo esse universo, como odeio viajar de avião, em igual medida. Fernanda Young me irrita com sua acidez, em tempo integral..risos… passa em meu blog, ok? Abraço, peste!

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  • Amora falou:
    21/04/2010 em 7:27

    Amei, ri muitissímo
    Deveria ter aproveitado sua estadia em SP perto da linda praça da república e ido ao Love Story…rsrsrs
    Foi a melhor história que li nos Blogs!
    Boa sorte com seus livros ;)

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  • ANNE falou:
    21/04/2010 em 16:15

    ADOREI O PAU DA FERNANDA NARRANDO A SITUAÇÃO ..
    MAS EM LOCO.. OHH MANINA FEIA DE BREASILEIRO QUERER SABER O Q O OUTRO CARREGA.. NÃÃ ME POUPE DESTA INFAME CUIRIOSIDADE Q VOS PERSEGUE ..

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  • SaraH falou:
    25/12/2011 em 21:24

    Ótimo! Ganhei esse livro de um amigo meu que foi a feira internacional do livro em Palmas-TO, lembro de ter dito: “Ah, me traz um livro que você ache a minha cara!”. Supresa…segundo ele eu tenho cara de pau (piadinha infame). Mas o livro funfou e se tornou um dos melhores que eu li nos últimos tempos. A propósito ri litros com o post!

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