Ah, esses comentaristas…

O brodi cai aqui e comenta:

É a primeira vez que visito este lixo de site. O criador desta porcaria detesta gente inteligente e eu detesto gente burra que publica tanta bosta sem sentido e ainda paga um domínio detestogenteinteligente.com.br. É de lascar. Dá esse dinheiro pros pobres q é melhor.

Obrigado, querido comentarista.

Vamos estar nos esforçando no sentido de estar apresentando sua queixa ao setor responsável, que estará analisando e respondendo o mais rápido possível.

Não desligue. Sua Ligação é muito importante para nós.
É por momentos assim que a nossa grande equipe de colaboradores trabalha para fazer, a cada dia, um DGI pior para todos vocês.

E, cabe lembrar, querido comentarista, que o registro de um domínio como este, o detestogenteinteligente.com.br, custa cerca de 30 reais por ano. O senhor ouviu bem: apenas 30 reais por ano, o que gera uma despesa de aproximadamente R$ 2, 50 por mês. Cabe lembrar, também, querido colaborador, que a vossa mãe gasta mais dinheiro em KY a cada sessão de cu que ela dá para os seus clientes (por “seus”, entenda “dela”. Você é sabido e entendeu).

Se o senhor acredita realmente que seria melhor distribuir essa quantia irrisória entre os pobres mensalmente, é importante frisar que o senhor é um hipócrita filho da puta de marca maior.
Por outro lado, se o senhor acha que a vultuosa quantia de trinta reais anuais realmente pesa no orçamento, o senhor é pobre.
Bem pobre.

Poderia xingá-lo aqui.
Mas mamãe – não a sua, a minha, que me educou direitinho – me disse que não se chuta cachorro morto.
A vida, querido comentarista, já fioi suficientemente escrota com a sua pessoa, uma vez que o senhor, cabe relembrar uma vez mais, é pobre.
Pobre.

P-O-B-R-E.

Outrossim, deixamos o espaço aberto para novas manifestações.
E, da próxima vez, caro comentarista, dê a cara pra bater e identifique-se: trote anônimo é coisa de gente sem culhões.

Sem mais,

SAC do seu, do meu, do nosso Detesto Gente inteligente

21/02/10 | Veja mais | 19 comentários;

Dizem que sou louco

Mas piores são os leitores deste blog.
Lembra que eu falei, há alguns posts, que xoxotacard é o cartão que mais abre portas no mundo?

Pois bem.
O Erick, maluco e brodi, resolveu concretizar a ideia.

Se você tava passando por dificuldades diversas na vida por não ter crédito, agora ficou fácil:

Imprima hoje mesmo seu xoxotacard e seja feliz.

18/02/10 | Veja mais | 7 comentários;

Programação de carnaval em Salvador

Dia 01:
- Acordar, tomar duas neosaldinas, abrir uma cerveja, dar a famosa mijada matinal, tomar um caldo de feijão, escovar os dentes e decidir:

1.a) Devo ir pra rua?
1.b) Devo ficar em casa?

Decidindo ir pra rua, abrem-se duas possibilidades:
2.a) pagar um valor escorchante num camarote bunda, ou
2.b) arriscar ser roubado na pipoca.

Decidindo pagar uma grana no camarote, abrem-se duas possibilidades:

3.a) Pensar “porra, vou gastar duzentos conto pra tomar red label e cerveja quente. Desisto”. Daí pego os duzentos contos, compro dois litros de black e volto pra casa. Namorada fica feliz. Eu também, e demonstro isso ficando bêbado dentro de casa. Durmo. Acordo e tá namorada colhendo abóboras no farmville. Eu tomo duas neosaldinas, abro uma cerveja, dou a famosa mijada matinal, tomo um caldo de feijão, escovo os dentes. Namorada vem, me dá um beijo e vem contar coisas que eu fiz enquanto estava bêbado in da house. Eu, no entanto, só consigo me lembrar que, apesar de tudo que rolou, estou de volta à primeira questão: “devo ir pra rua? Devo ficar em casa?”.

3.b) Penso “foda-se, carnaval é uma vez por ano”. Vou pro camarote carão. E, ao invés de ouvir timbalada, vou passar a noite ouvindo psy trance. Todo mundo no camarote tem sotaque paulista, mano, tá ligado? Fico me sentindo um idiota disputando uma nesga da varanda do camarote com uma tia velha, gorda, bêbada e de cabelo azul só pra poder dar um tchauzinho, sei lá, pro Eri Johnson. Aí acho pouco e resolvo ficar bêbado. Depois do terceiro empurrão da tia gorda eu aplico o golpe do cuecão nela. A calçola da tia é, obviamente, bege. Fico fingindo que ninguém viu (vocês sabem que todo bêbado desenolve o magnífico poder da invisibilidade, né?). A tia velha é mulé de um coronel. Namorada fica puta comigo e vai embora. Eu vou preso. Delegacia, tomo meia dúzia de tabefes de um meganha, pago propina, volto pra casa na certeza de que vou levar um corno até a quarta de cinzas. Abro um litro de Jurubeba leão do norte. Durmo abraçado com a garrafa de Jurubeba. Acordo, tomo duas neosaldinas, abro uma cerveja, dou a famosa mijada… Estamos de volta à primeira questão.

Mas aí, digamos que, no segundo questionamento deste post, eu fui esperto e decidi sair na pipoca. Abrem-se duas possibilidades.

4.a) Vou pra pipoca. Sou assaltado assim que desço do taxi. A gente leva 45 minutos andando até encontrar um lugar meio vaziozinho e bacana pra poder ver as atrações. Em cinco minutos, o lugar tranquilinho vira palco de uma batalha sangrenta e mortal entre um vendedor de cachorro-quente e um carinha vendendo cerveja num isopor. No meio da putaria alguém passa a mão na bunda de minha nega. Eu quebro uma garrafa de vodka na cabeça do sujeito. Abre a roda, os puliça ficam me olhando com o caco de vidro na mão. Minha nega, nesta altura, já está chorando e me chamando de assassino. Delegacia. Tabefes. Pagamento de Propina. Volto pra casa e bebo um litro de uísque. Durmo. Acordo, neosaldinas, mijada… De novo, estamos na primeira questão.

4.b) Decido sair de pipoca. Aí vou de carro e tenho de pagar 30 reais pro marginal que se apossou do canteiro central da avenida Garibaldi, que fica a uns 200 quilhões de quilômetros do circuito. Dou 10 conto pro cara e falo “na volta eu acerto com você”. O guardador de carro, basta eu dar meia volta, puxa do bolso do short uma chave e arranha a lateral do meu carro. Namorada estica o braço, pega uma garrafa de vodka e quebra na cabeça do sujeito. Puliça. Propina. Voltamos pra casa e namorada bebe um litro de vodka. Hospital. Soro. Casa de namorada. Volto pra casa e estou, mais uma vez, na primeira questão.

***

Dia 02

Acordo. Tomo três neosaldinas.
O resto é igual.

11/02/10 | Veja mais | 11 comentários;

Sotaque

Um brodi de um brodi foi pra sampa.
Foi trabalhar acrregando ar-condicionado pra cima e pra baixo.

Uma semana depois volta falando com sotaque.
E as gíria paulista tudo, “tá ligado? Mano, da hora, paguei pau…”

Pobre é foda.

11/02/10 | | Clap, clap, clap: alguém comentou

O moicano manco

Minha irmã chegou aqui hoje:

- E aí, cortou o cabelo?
- Não: fiz bainha das bordas.
- Grosso. E porque cortou moicano?
- Mancando? Ninguém cortou mancando não.
- MOICANO, surdo, maluco, idiota! Moicano!
- Ah. Tá moicano não: é que tá molhado.

10/02/10 | Veja mais | Clap, clap, clap: alguém comentou

Coisas de gente fresca

Eu bebia h2oh.

Eu detestava aquela propaganda da aquarius com uns capoeiristas em cima de um prédio.

Aí a aquarius deu um tapa no visu das embalagens. E a H2OH lançou aquela propaganda que o povo fica gritando “ooooooooooooooooooh”

Eu, fresco que sou, passei a beber aquarius.

Taí um exemplo de que propaganda funciona.

10/02/10 | Veja mais | 2 comentários;

Um post idiota

Eu acredito que todo mundo tem o direito de ser meio idiota de vez em quando.

Tudo bem que às vezes tem gente que vicia na pegada mongojow e vai ficando idiota sempre.

Mas idiotinha, de vez em quando, todo mundo deveria ser.

10/02/10 | | 3 comentários;

Dialoguinhos

Vou buscar namorada no trampo dela:

- Que cara é essa, namorada?
- Dor de cabeça.
- Suada, cansada, né?
- Ô, demais.
- Ô, baby…
- …
- Vem cá: esse cabelo amarradinho assim pra trás faz você ficar parecendo uma bóia-fria.
- Vai tomar no cu, Jorge.
- Me fudi: vou casar com uma bóia-fria.
- E agora? (soltando os cabelos e tentando arrumar no espelhinho do carona)
- Parece uma bóia-fria descabelada.
- Seu cu.
- Xô fazer uma massagem na cabeça, vem (e fiquei dirigindo com uma mão, e acariciando a cabeça dela com a outra).
- Hum, isso é bom. Pode ficar massageando minha cabeça até amanhã.
- Rapaz, nunca tinha notado, mas você tem uma cabeçona retada.
- Cabeçuda é sua mãe. Minha cabeça é perfeitinha. Quando eu cortei o cabelo baixinho todo mundo falava.
- Eu achei que é um cabeção da porra.
- Não tenho culpa se você é gordo e tem uma cabecinha de periquito.
- Te amo, cabeção.
- Te amo, cabecinha.

***

Ligo pro brodi que vai ser papai

- E aí, man, pode falar?
- Agora não, tô no médico com a patroa, te ligo quando sair daqui.

Dez minutos depois ele me liga

- Alô!
- Quié que tu quer?
- Oxe, você que me ligou!
- Ah, foi. E aí, quais as novas? Cadê o projeto de playmobil, tá bem? Já fez os exames todos com a patroa e tal?
- Porra, só essa semana foram sete médicos diferentes.
- Porra!
- Foda, né?
- Vem cá, sua mulher tá grávida ou tá desenvolvendo um Avatar em ambiente criogênico?
- Ahahahha. Vai se foder.
- Se nascer azul, joga no mato essa porra, viu?

***

- E aí, Jorge, esse carnaval todo?
- Nem sei. Vamo ver. Acho que nem vou sair.
- Mentira, né?
- ô
- Chegar na hora, dá uma coceira no cu, você fica doido e vai pra rua.
- Rapaz, quando você fica com uma coceira no cu você fica doido e vai pra rua?

08/02/10 | Veja mais | 8 comentários;

Todo mundo se lambendo – ê laiá!

Não sou muito de ver novela.
Normalmente eu tô lendo, estudando alguma coisa, escrevendo algum treco ou vendo alguma outra coisa – séries, filmes, etc.

Isso sem contar quando não tô fazendo alguma coisa realmente bacana – entenda-se bar.

Mas no geral fico na sala, com a tv ligada.
E hoje fiquei chocado com um treco na novela do Manoel Carlos.

É embasbacante a quantidade de corno que tem nessa novela.

O Zé Mayer corneou a esposa pra pegar a Taís Araújo – me parece.
E agora tá corneando a neguinha com a gostosa da Geovana Antonelli.
A mulé do Lázaro Ramos já tá pendurada nos beiços do Tiago Lacerda e por aí vai – todo mundo, de um modo ou de outro, com exceção daquela anã disfarçada de criança que faz o papel da filha da Geovana Antonelli, tá se lambendo.

A vida é meio assim, também.
No geral, o objetivo final do povo é comer gente.

Mas voltemos à vaca quente: a gostosa da Geovana Antonelli, segundo me parece, tá dando apenas pro Zé Mayer, mas demonstra ser do tipo que, bem conversada, libera quinze minutinhos de xoxota por qualquer paçoca.

Nada contra quem libera a xoxota por paçoca.
Pior mesmo é quem dá de graça.
Se eu fosse mulher – e, claro, se eu fosse detentora de apenas 7.8% da gostosice da Antonelli -  só liberaria o periquitão em troca de muita grana.

Office boys.
Gente que compra roupa na C&A.
Motoboys.
Peões de obra.
A nenhum destes deveria ser permitida a prática fodetiva-copulatória.

(a despeito de meus protestos, os pobres permanecem fornicando e copulando, uma vez que permanecem se reproduzindo e não há indícios de reprodução por cissiparidade na espécie humana).

Mas eu, sendo mulher, jamais liberaria a mixaria pro brodi pobre.
Já pensou?

Não é que eu fosse virar puta (a possibilidade não é totalmente descartável), mas jamais daria pra gente, por exemplo, que anda de ônibus.

“E aí, gata, vamo tomar um ki-suco e comer um hot-dog? Depois a gente vai naquele motelzinho e pá… tem uma promoção massa: vire a noite e ganhe um copo de mungunzá… bora?”

aff. jamais.

É surpreendente que eu tenha, na vida, conseguido comer gente andando de ônibus, como andei muito na vida. E nem é dizer que comia aquelas negas nas quais ninguém quer passar a jambreta – comia meninas de família, gente de bem.

É surpreendente.

Mas eu me disperso e na verdade falava da Geovana Antonelli. Eu, sendo ela, só daria pra gente que pudesse me proporcionar coisas chiques e ricas e finas.

Xoxotacard é o cartão que mais abre portas no mundo, e a mulherada não se liga nisso.
Todo cara fica um completo imbecil diante da oportunidade de meter a vara numa nega.
É desnecessário dizer que as mulheres poderiam ser donas do mundo, se quisessem.

Mas voltemos aos cornos.

A letícia Spiller é chifruda nessa novela, e realmente só numa obra de ficção o cara preferiria dançar lambada nu e deitado com a Camila Morgado. Tudo bem que o cara que come a Camila Morgado tá comendo também a doméstica mais deliciosa que já esteve em uma novela na vida. Mas aí fica a pergunta:

Um cara que come aquela doméstica precisa realmente comer mais alguém? Sério?
Outra: todo mundo come as domésticas da novela.
O sindicato daqui a pouco reclama.
Os office boys e Peões de obra, também. Afinal de contas, se os patrões passarem a comer todas as domésticas, a galera pobrinha vai ficar na base da bronha?

Veja você: uma simples novela implementa a quantidade de gente punheteira no mundo. E nem precisa botar a doméstica moreninha de calcinha.

É isso. Cabou o post.
Isso foi o que consegui identificar rapidamente em dez minutinhos de novela.
Deve ter mais corno na novela.

Ou, quem sabe, até mesmo atrás deste teclado – nunca se sabe.

E, obviamente, nem tô levando em consideração você, querido leitor, que me lê neste momento.

08/02/10 | Veja mais | 9 comentários;

Me dá a patinha?

08/02/10 | Veja mais | 5 comentários;