Violência contra mulheres

Bom, este blog não faz posts por encomenda, mas a causa é justa e bacana e porreta. Hoje, dia 25 de novembro, é o dia mundial pelo fim da violência contra a mulher.

Você me pergunta, ronronante e semi-nua leitora:
- E por que hoje, espadaúdo e gostoso negão?
E eu respondo, lânguida tchutchuca:

Em mil novecentos e guaraná de rolha, as irmãs Mirabal (favor não confundir com Bolachas Mirabel), da República Dominicana, viviam uma vidinha rural, no melhor estilo Farmville, até que Rafael Trujillo, um otário, resolveu tomar o poder lá da parada.

As irmãs perderam sua casa e dinheiro e patati patatá e se insurgiram contra a ditadura (sem trocadilho) desse caudilho paumolescente, num dos últimos regimes ditatoriais da América Central.

Resultado: o pau no cu do ditador catou as negas, espancou e estrangulou, pensando assim sufocar a rebelião que elas lideravam.

Mortas, as irmãs Mirabal viraram mártires e um símbolo da luta das mulheres contra a opressão, as maldades, as injustiças, o overprice no danoninho, o zzzz….

Ok, vocês entenderam.
O fato é que eu sou anti-violência, no geral. Contra as mulheres e contra homens e contra qualquer um.

Mas no caso das mulheres a coisa complica porque tem muito homem otário que senta a marreta na esposa no mau sentido por qualquer bobagem – e acha que tá certo.

E, por mais que a gente ache que este tipo de coisa não existe mais, é sempre bom lembrar que mulheres ainda sofrem por coisas que nem dá pra acreditar direito.

Mulheres ainda ganham menos que homens, mesmo desempenhando as mesmas funções.
Mulheres ainda sofrem maus tratos dentro de casa.
Mulheres ainda sofrem mutilações genitais na áfrica.
Mulheres ainda sofrem de violência psicológica, ainda são coagidas a fazer sexo sem querer, ainda…

Muitos são os aindas. Eu espero que todos os leitores daqui saibam que isso de maltratar mulher é coisa de cara brocha. Ia falar “coisa de viado”, mas o viado, mesmo não comparecendo na hora da chapuletada por preferir o que balança, valoriza o feminino, as mulheres e tudo que elas representam.

Então, rebanho de capetinhas, vamo abrir o bico.
Vamo denunciar esse monte de rola murcha que faz merda com as mulheres, falou?

No mundo em que eu vivo dentro de minha cabeça, este tipo de coisa nem precisaria ser dito. Pena que o mundo real seja essa fossa séptica a céu aberto que é.

Deste modo, espero que consigamos diminuir a violência e opressão dos homens contra as mulheres.
Sim, porque eu me refiro a esta, especificamente.
Homens sendo violentos com mulheres.

Quando mulheres são violentas e dão zunhadinhas em minhas costas eu fico contente.

Quando mulheres me mordem e dão uns tabefes no meio do processo fodetivo copulatório é compreensível e às vezes agradável.

E quando mulheres resolvem resolver suas diferenças entre si na base do tapa, aí a coisa fica bem, bem legal.

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25/11/09 | | 5 comentários;

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