Sério mesmo – ou um post bêbado e sem revisão

Cheguei bem puto dos panos ontem à noite em casa.
Cansado, pressionado e tudo o mais.

Aí peguei o litro de Juanito Caminador Tarjeta Preta, duas pedras de gelo e sentei pra fazer um post.

Por milagres que a razão desconhece, não publiquei.
Depois de meio litro de uísque, acho que dormi sobre o teclado, apertando a tecla de espaço (tinha uns vinte mil espaços numa frase) e babando sobre a tecla control da direita (ela tá meio ruinzinha, deve ter sido isso).

Aí li o post e achei que ele merecia ser publicado.
Auto-preservação? Não trabalhamos.

Leia e se divirta com um cérebro em decomposição sem nenhum tipo de edição, correção ou coisa do tipo. Foi digitado bêbado, logo tem alguns pequenos (eu diria irrelevantes) erros de digitação e pá.

Tá em linguagem de mongol. Todo erradinho. Mas tá valendo.
Se eu precisasse, neste blog, provar que sei escrever bem, estaríamos todos fodidos.

Beijos e queijos…
Jojó

(Hoje sóbrio, mas com uma vontadezinha que não passa de dar cabo da outra metade do litro de uísque).

***

Obs: est5e post não terá nenh8um tipo de revisão: vai sair do jeito que for. É parte do charme dele.

Eu tive um dia de cão. Um dia infe3rnal do cacete do caralho. :

FIQUei puto, pirado, com vocntade de morrer.Saí da agência umas nove e meia da noite. Fodido, Pressionado. Pensando neste post.

Eu tinha que fazer um post hoije.

Aaí fiquei pensando em como começar a abordar esse opst. as coisas que gostaria nde falar e, no entanto, não poderia, uma vez que namorada lê o blog, família lê o blog, o caralho de asa do istopô cabrunco lê o blog.

É uma merda que leiam seu blog.
Eu não queria que lessem isso.
MENTIRA: claro, pórra, q ue eu quero que me leiam e me achem sabido e foda e inteligente e pá;

Volta pro tema, caralho:

A gente fica meio sem jeito de descer a marreta naa vida.
Tem gentes que gostam de ti, malandro.
E as pessoas nçao merecem tomar porrada em posts bestas.

Porque, entenda, querido leitor: a metáfora é futebolística, e eu nem gosto de fgutebol, mas no caso serve: eui sou um cara que pede a bola pra jogar.

Explicando: umagina uma pelada (em soterópolis: imagina um baba): tem uma galere num lado, outra galerte nuotro. Tem um broduis que pede a bola o tempo todo: “passa a bola pra mim, caralho,. passa a biola pra mim”.

Você passa a bola pro brodi na primeira vez, e o bordi se fode, mete a bola na trave. Não foi gol, mas o cara decide. O cara é o chu7tador num time de gente cagalhona que tem medo de levar falta. Você pensa consigo mesmo: n”a próxima vez que este corno pedir a bola, eu passo pra eole”;

Aí, malandro, voltando ao rqciocínio>: tem dois tipos de gente no mundo> tem gente que pede a bola pra jogar, e gente que se esconde.

Eu peço a bola pra marcar golç. Sempre. Em qualquer circunstancia da vida.o famoso “sai de  abaixo que eu resolvo, porra”. as vezes vai pra fora, mas eu chuto, e foda-0se.

Eu falo isso SMEPRE, EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS DE MINHA VIDA.

é UMA MERDA;
Bom eé o broidi que se contenta em ser zagueiro.

só qe, malandragem amgia,´as vezes, voce pede a bola pra jogar e fica com medo de não conseguir resolver a partida. so quie o MUNDO INTEIRO, acostumado com voc~e goleador, não admite que você sinta medo de nao conseguir.

E eu sinto medo, porra. Eu sou gente.

Daí tava puto da vcida pr tô com uma repsonsabilkidade do tamanho do mundo em minhas costas, tava com raiva por dentro, a caminho do centro (racionais mcs feelings) e daí tudo me irritando:

Chego em casa, a garrafa de meu uísque aberta,ficquei pútpo. Só0 tinha um charuto da caixa que comprei – CARO, CARALHO, FOI CARARALAHLMENTE CARO – pq um e outro foi pedindo e foda, foi caabando.

Aí bebi e massa estou! Aê! piui!

Esse era pra ser um post pirado.
no etntanto, me sinto bem.

Eu vou resolver o abacaxi. Eu sei que eu vou.

Jonhhinie wlak é coragem engarrfafcda!