A Lei de Jorge

Ok, putada, eu sei que ninguém tá muito interessado nas vicissitudes a respeito do layout deste blog.

Fora eu.

Tanto é assim que a enquetezinha, que coloquei aí do lado, perguntando “E aí, bocó, o que você achou do novo site” deve dar (epa) como resultado a opção “Viadagem: do jeito que tava tava bom”.

Eu não sei, afinal, porque essas coisas ainda me surpreendem.

Em momentos assim, desejaria aquela velha doença amiga para vocês.
Mas prometi a uma querida amiguinha holandesa que não faria mais isso. Não que ela tenha me prometido nada em troca, mas aí é mais informação do que este post necessita – eu quis parar também pq o mesmo mal todo dia fica sem graça.

O que não me impede, obviamente, de desejar que todos os pintos e cavidades utilizadas para fins copulatórios por vocês passem a exalar odores pouco agradáveis.
Isso eu ainda posso desejar.

Você, querendo dar uma de espertinho, poderia redaguir…
(ui – palavras chiques porque o layout é novo – e o cara, quando é geneticamente
pobre feito eu, compra um carro novo e fica andando com o plástico no banco, além de levar pra amarrar doze mil fitas do bonfim no retrovisor central… ops, xô voltar…)
… poderia redarguir que já existem orifícios utilizados para a prática copulatória que, em algumas circunstâncias (aka after uma feijuca, um sarapa ou mesmo um guizado de repolho) podem exalar odores. Mas meu desejo é de odores envergonhantes. Tipo peixe podre. Você sacou. Não se faça de desentendido (a).

Mas voltemos ao treco: eu me fodo em alta pra fazer um site bacana, bonitinho e tal e ninguém se manifesta. Só fica pedindo texto, pedindo texto…

Pronto desgraça: taí o texto.
Depois reclame.

***

Depois dessa decepção que vocês me impingiram (ui) com relação ao novo layout daqui, formulei a Lei de Jorge.
Não tem a Lei de Gérson? Não tem a Lei do Cão? Não tem a Lei da Selva? Então.

Lei de Jorge: se há, no mundo, alguma oportunidade de deixar alguém fodido e arrasado, há sempre um ser humano disposto a fazer o trabalho sujo.

Repare. Não só aqui, mas na vida, como um todo.

Se você frequenta sessões espíritas, questione também com os que já embarcaram para o ladelá. Aliás, nem precisa perguntar. Eu te conto como seria:

Morre Agripino, funcionário público, cinquenta e pouquinhos anos, marido de dona Zoraide. A dona Zoraide vai no Centro Espírita “Luz, Caminho e Liberdade de Papai do Céu” (Todo centro espírita é Luz, Caminho e alguma outra porra, ou a Casa do Caminho da Luz, ou a Luz do Caminho de Casa – a parte do papai do céu é porque o centro, pra otimizar custos, abusa sexualmente de crianças no turno da manhã) e, na sessão, espera pra ver se Seu Agripinio dá uma pinta porque, afinal de contas, Dona Zoráide sente saudades dos gritos dele e do pinto murcho de seu Agripino.

E, quando Seu Aagripino incorpora, diz “Zoraide, minha velha, apoie a Suzaninha, aquela vagabundinha de 14 anos lá da rua, porque ela é minha filha. Foi um erro meu quando eu estava neste plano e agora nego quer comer meu rabo do ladecá”.

Entendeu a lei de Jorge em ação? Dona Zoraide saiu de casa, em sua humilde elegância, uma senhora digna e respeitável, e volta com um par de chifres do além. Assim é o mundo (e também o ladelá).

E com essa me voy a dormir. Besocas.

05/08/09 | Veja mais | 16 comentários;

16 Comentários em “A Lei de Jorge”

  • Adiel Seffrin falou:
    05/08/2009 em 10:33

    Bah, pior que é bem assim.. sempre tem um para atucanar :P

    Mas que putaria hein.. eu fico 2 semanas sem ler esse troço e tu muda de endereço, o reader apra de mandar coisa.. uma putaria mesmo…

    Mas me explica alguma coisa.. como eu lia pelo reader.. o que mudou aqui? Não era preto, com o cérebro na caixa e tudo mais?
    Ok.. eu sei que não presto atenção nos detalhes.. mas teve algo assim, nossa como mudou, que mudou? O.o

    Abraço!

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  • Alexsandra falou:
    05/08/2009 em 11:32

    Eu não respondi porque não sou bocó… uahauhauahuaha

    Na boa? Não sou de perceber as mudanças não… a não ser que ficasse tudo rosa…rsrsrsrsr Eu acho que vc fez tudo bem parecido.

    Se eu fosse dona Zoraide duvido que fosse atrás do sr. Agripino, mas se por alguma curiosidade eu aparecesse lá e soubesse de um caso desse, eu deixava nego comer o rabo dele do ladodelá. Eu sou muito vingativa. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • Marlon falou:
    06/08/2009 em 8:20

    Mudou sutilmente, mas o importante mesmo (para a morte de mil diretores de arte) é o conteúdo. Senão, pq tantas animações de homem-palito fariam tanto sucesso? É foda, faz querer jogar os módulos de Photoshop e Corel na latrina, mas é real… tá massa o blog!

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