Apoiando um brodi blogueiro
O Ric é um cara bacana – parece ser, vai que ele seja um psicopata, mas no geral parece normal – e tem um blog bacana que leio e tal. Daí uma mulher vaca do trabalho dele chegou cagando regra, ele mandou ela chupar a caceta dele e o povo que lê o blog fez mimimi. Será que é real, será que ele falou mesmo, será?
Daí ele fez um outro post explicando tudo, Lê lá: é bem bacana.
Daí eu li e vim fazer um post aqui.
Primeiro pra ficar puto: ele manda uma nega chupar a caceta dele e 38 pessoas se dispõem a comentar. Eu falo mal de juliana em um post e 13 malditos – ele inclusive, mandados por ela – vêm aqui pra escrever em meu blog “vim porque a Juliana pediu”.
Seu eu soubesse que contar historinhas em que eu mandava alguém chupar meu pau dava tanto ibope, já tinha mudado esse blog há tempos.
Mas esse post não é pra isso.
Em primeiro lugar, o objetivo do post é apoiá-lo. Ele fez certo.
Se alguma coisa te atrapalha ou se você se irrita com alguém, já diziam os sábios de Uganda, a única atitude possível é mandar a pessoa que te enche chupar sua caceta.
Afinal de contas, vai que cola? Você ofende alguém e ainda ganha um boquete.
O segundo ponto é o seguinte: ele fala, no post explicação, que não gosta de gozar na cara de ninguém.
E aí eu tenho que me manifestar.
Ric, tá errado.
Assim não pode, assim não dá.
Você bota um treco desses no blog e acaba com um trabalho de SÉCULOS da raça masculina.
Nós, machos do sexo masculino, erguemos essa bandeira ainda na época da revolução francesa.
Liberdade, igualdade, fraternidade e o direito de dar uma esporrada na cara de alguém que estiver fazendo sexo com você.
Obviamente, o quarto ítem do lema foi suprimido em livros escolares, mas fontes fidedignas diversas podem confimar isso. Pode pesquisar, googlólatra leitor.
Daí, Ric, que eu te apoiei quanto ao fato de mandar a vaca do seu trabalho chupar seu pau.
Mas não posso me calar quando você presta esse desserviço à raça macha do mundo.
Shame on you.
Algumas opiniões a gente deve guardar para si mesmo.
Veja o meu blog, por exemplo.
É um blog de família, é um blog que não dá na primeira noite, é um blog que lava branquinho e, sobretudo, é um blog discreto, que pode ser lido em família, entre o Jornal Nacional e o Caminho das índias.
Já o seu, quando prega o fim das galadas na cara, deveria ser queimado.
Onde estão os militares quando precisamos deles?
