Toda ressaquinha deveria ser assim
Chá gelado, ventilador no ovo e uma cama massa.
Eita laiá.
Você, que foi pra algum evento ontem e teve de trabalhar hoje, pode me invejar à vontade.
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Ando sem postar por falta absoluta de saco. Não cabem desculpas; esse é um blog totalitário.
Mas vocês merecem saber, curiosos leitores, em que venho gastando os últimos e parcos dias de minhas férias de uma semana.
Num resumo simples:
- Preenchi as partes negras de minha mais recente – nunca a última – e imensa tatuagem. Ainda faltam-se sombrear uns detalhes, mas tá sucesso. Só que eu devo ser a única pessoa do mundo que aproveita as férias para ficar com o braço ardendo e besuntado de bepantol.
- Fui ao Tijuana, ao ensaio de Jau, ao pimentinha e tô indo até em batizado de boneca, desde que seja convidado com antecedência. Permaneço dando nó em amigos, marcando compromissos para os quais eu nunca apareço e desligando o celular. Os grandes amigos me entendem. A patuléia chia, mas não perco tempo com questões desimportantes – e a patuléia é desimportante. Melhor me ter em estado de graça que em estado de gingi.
- Saudades imensas de Pablo, July, Scheila, Drummond, Neto, Marcele, Lilia, Peu, André Rai e toda a trupe que joga imagem & ação profissionalmente. Matei-as parcialmente ontem no ensaio de Jau – quero ver vocês todos urgentemente. E ainda encontrei uma querida amiga que não via desde os tempos de faculdade, Gabi, com quem acabei trocando altas idéias aos berros, devido ao volume do som.
- Vou ao cinema (vi Bolt – foda – numa sessão que começou 1h30 da tarde, o que foi fantástico porque só eu e pais culposos com seus rebentos estávamos na sessão), faço planos para a conquista do universo e aceito convites para programas diversos. O que não significa que eu compareça a todos. Ontem, por exemplo, marquei com alguns amigos pra me embebedar em algum barzinho da pituba, marquei com minha irmã pra ir ao Boomerangue e terminei bêbado no ensaio de Jau. Os amigos da Pituba ainda tentaram me fazer ir encontrá-los depois das duas da manhã, ao que respondi com uma mensagem de texto que dizia mais ou menos “quero ir praí mas estou bêbado. Como não quero enfiar o carro num poste ou tomar uma multa, vou mimir. Beijos nas nádegas”.
Quem me conhece sabe: este tipo de justificativa é o máximo em termos de compromisso a que eu me permito. Sou uma alma livre.
Só para este final de semana marquei com diversas gentes para visitar diversas casas de praia. Não sei se irei para nenhuma, mas continuo marcando e aceitando convites. É uma compulsão.
Volto a vê-los, queridos leitores, com mais frequência, a partir de segunda. Ou quando me der no saco. Este blog é quase como uma brasília velha movida a álcool: muita zoada e precisa de uns empurrões, mas permanece andando.
Repita juntinho com o tio Jorginho: Nheco ploft póin.
3 Comentários em “Toda ressaquinha deveria ser assim”
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Laíse Almeida falou:
09/01/2009 em 12:30vc foi e nao nos encontramos.q saco!queria dar um abraço e desejar feliz ano novo antes q seja fevereiro pq ai nao tem mais graça.bjos!
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Rafael Corrêa falou:
26/01/2009 em 2:55Existiu Brasília a álcool. A única correlação que consigo é que Brasília é dirigida por alguém movido a álcool.Abração

09/01/2009 em 11:08
“Melhor me ter em estado de graça que em estado de gingi.”PAra mim a melhor frase de 2009!!! Aahhh e domingo vc tem encontro marcado na Pedra Furada comigo, PAblo, Drummond e LaiseeeeeeeeVIU PORRAAAAAAAAAA???? E depois vamos p o Sarau! Morrer de tanto beber!! UHUHUHUUUUU
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