A arte e ciência de encarar um par de peitos

Comentários me motivam, me inspiram e, principalmente, possibilitam assunto para posts diversos. Falei da gostosinha da Megan Fox em um post abaixo sobre peitinhos e Paulinha, que é uma menina de peito, chiou.

Fique assim não, gatinha: peito é bom e eu gosto.
Não vou falar especificamente dos seus, uma vez que não quero te deixar (mais) ruborizada.
Mas se você estiver livre hoje à noite, tamos aí, posso fazer demonstração prática do meu apreço
sobre o assunto.

Comigo é na inhanha: não tenho preconceitos.
Vocês sabem disso: vou passando a pica em quem Deus permite.
Logo, se peitinho é uma coisa gostosa, o peitão também tem seu lugar.

Claro que cada um tem uma ciência.
A arte e ciência de encarar um par de peitos.

Primeiro que o peito da mulher é uma coisa interessantíssima, porque limítrofe. Ninguém pode afirmar que viu um peito se não viu bico e auréola, o que, no mínimo, torna as regras do jogo bastante claras.
Se você, num processo putarístico, enfia sua mão pelos recônditos mais escondidos do corpo feminino e coloca sua língua em locais absolutamente insuspeitos, ainda é complicado afirmar que você comeu a nega. Os limites são turvos. Tem gente que nem considera o boquete como sexo, necessariamente, o que é uma tristeza semântica, mas pode ser um argumento:

- Olá, tudo bem? Tá quente, né? Me faz um boquete?
- Oxe, quero transar com você não!
- Nem eu com você. Mas boquete não é sexo.

E assim vamos.

Partindo do dito por um grande amigo outro dia (um copo d’água e um boquete não se nega a ninguém), pode ser que a abordagem acima venha a ser bem-sucedida, o que eu duvido. Mas deixemos de lado os boquetes e voltemos aos peitos.

A cor do bico é uma coisa que também merece considerações. Aprendi na escola – e nunca esqueci – que, no geral, as mucosas do corpo têm todas a mesma cor. Ou seja: pela cor da boca da menina já se intui o bico do peito e o cu. Claro que há controvérsias – e as melhores mentes do mundo debatem o assunto vivamente -, existem as fumantes e existem as meninas que têm o bico descolorido. Mas, munido do melhor espírito investigatório-científico, fiz dezenas, quiçá centenas de teste de campo e posso afirmar que a coisa tem lá a sua verdade.

O bico do peito rosa é um mito. É como a cidade perdida de atlântida. Muitos afirmam ter visto, mas rosa, rosa, não tem. Quer dizer: eu nunca vi. Tem uns que enganam, com suas tonalidades tendendo ao rosa-pardinho, mas o legítimo bico de peito rosa, muito valorizado no mercado, não tem confirmação científica ainda.

Importante:
Se alguma leitora quiser contestar, fique à vontade: bata uma foto e me mande via e-mail que eu publico. Juntos, faremos esse mundo melhor, lançando sobre as trevas da dúvida o facho luminoso da verdade.

Há ainda os bicos roxos, os pardinhos, os que se resumem a um biquinho empinado marronzinho e aqueles que têm uma rodelona à guisa de auréola.
Posso atestar que todos são saborosos em maior ou menor medida. A questão estética, neste caso, é sobrepujada pela questão utilitária.

O peitão é a abundância. Muitos o temem, mas eu costumo cair de boca em desafios do tipo. E peitão se pega com uma certa brutalidade, se chupa com gana de acabar com o mundo. Já o peitinho é tímido, mas, cabendo inteiro na boca, na sutileza de suas curvinhas, é um treco bom também. O biquinho arrepiado. Um peitinho pode ser uma descoberta.

Enfim. Suspeito (perdão com o trocadilho) que peito é como coca-cola: não importa o tamanho da garrafa.

Eita que hoje eu estou todo putarístico.

09/01/09 | Veja mais | 7 comentários;

7 Comentários em “A arte e ciência de encarar um par de peitos”

  • Juliana Rocha falou:
    10/01/2009 em 10:56

    Você é um doente!!!E quanto a peito rosa, existe sim e você até conhece (não na forma bíblica) a dona. Mas não a exporei aqui, ainda mais agora q ela é uma mãe de família! hahahahAhhh, mas é sempre importante reafirmar: VC É DOENTEEEEEEEE

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