De uma brincadeira no buteco depois do blogcampba, vai rolar, de fato, o butecocast.
O podcast mais embriagante da blogosfera mundial.
Funcionará assim: Eu, Hilder Santos, Gerson Souza e o Leow e Léo Baiano (confirmados até o momento) vamos marcar num bar coposujo para discutir os assuntos diversos. Embriagados. Daí a gente grava a verborragia da cachaça e vira um podcast. Sacou?
As regras do butecocast:
- Só ligaremos o gravador depois da décima cerveja.
- Não tem edição posterior; o que for gravado vai pro ar.
- Vai rolar patrocínio: o bar que liberar “a da casa” ganha link e três paçocas.
E você me pergunta, embriagado leitor: ó, mestre, quais serão os temas a discutir?
Eu respondo, tchuco: Minhas sugestões gravitam em torno dos seguintes tópicos:
- Os originais se desoriginalizam?
- Assim como são as pessoas são as criaturas?
- Comer rã faz suar?
- Em caminho de cobra, tatu caminha dentro?
- Eu tenho um cachorro chamado nabunda. Tamos numa canoa. O barco afunda. E aí?
Não a carreira dessa demônia, obviamente.
Dica de Lila e Marcelo.
Dizem que o autor é o Fábio Assunção.
Será que esse tem um punhal dentro?
O bono fez um post foda falando sobre locadoras.
O blog dele é melhor que o meu, por isso eu detesto ele e quero que ele morra.
Mas, fora isso, o texto merece ser lido (vá lá rápido e volte).
Mas me fez lembrar que eu tinha um post pra fazer sobre isso.
Eu adoro cinema, mas não compro filme pirata.
Eu adoro séries americanas, mas não baixo no mininova nem no piratebay.
Eu não tenho carteira de estudante falsa pra pagar meia e sempre me fodo quando vou ao cinema, ao teatro ou a qualquer espetáculo do tipo, pagando o dobro do preço que seria justo pagar.
E isso faz com que a maioria das pessoas me rotule:
“você é pau-no-cu, hipócrita, propedeuta, chibungo e abestalhado.
E, principalmente, boboca”.
Ou escandindo as sílabas para reforçar o sentido:
“Bo-bo-ca.
Todo mundo faz.
Todo mundo é esperto e você é idiota.
O-tá-rio”.
Tirando a parte engraçada desse histrionismo dos defensores da esperteza, eu fico incomodado com isso.
Não muito.
Porque é uma postura pessoal, não faço campanha e não tento converter ninguém disso. Logo, se eu quero pagar mais ou não por algo que eu acho que tem valor, foda-se o mundo: vou pagar e fodeu.
Mas o pior argumento é o de desqualificar minhas posições: “sim, mas você baixa música, seu porco simoníaco. Isso é uma contradição e você é um assecla do capeta e arderá no fogo eterno dos séculos dos séculos”.
Xô explicar. Não acho que baixar música seja uma atividade fim. Tipo: se eu baixo uma música de um artista e passo a me interessar pela obra dele, eu vou comprar um DVD, ou vou pagar pelo ingresso do show dele, ou vou… enfim, você entendeu: existem milhares de maneiras de o artista ganhar dinheiro comigo.
Com um filme ou com uma série não é assim. Você baixa, assiste e cabou.
Não há como o artista ser remunerado de modo algum.
Logo não faço.
Mas o que realmente me incomoda é essa sensação de que quem não se aproveita da internet para baixar e ter acesso a tudo sem pagar é um idiota. Discordo frontalmente disso.
viu?
Foi massa. Quem não foi se fodeu. Não tanto pelas palestras e tal, mas pelas pessoas.
Como deveria ser. As coisas valem pelo valor das pessoas.
Fiquei sentido de não ter ido pela manhã, só pela tarde.
Claro que ficar em casa de maresia com Cris foi uma delícia.
Mas conviver com gente bacana que fala a mesma língua que você é muito bacana.
***
Depois que acabaram os compromissos formais, obviamente, comecei a procurar entre os blogueiros aqueles que bebem. Foi difícil conseguir arregimentar uma equipe grande.
Já dizia Jesus, aquele cachaceiro que transformava água em vinho: “muitos são os chamados, poucos os escolhidos”
Munidos de nossos espíritos blogueiros e uma sede grande, fomos eu, Hilder Santos, Gerson Souza e o Léo (além do Herdeiro do Caos, que não bebe mas compareceu) pro Líder, o melhor botequinho vagabundo do Largo Dois de Julho.
Tirando o Herdeiro do Caos, que é um cara sério e tava sem beber, deu pra notar uma característica em comum entre nós, blogueiros baianos: somos todos idiotas e nerds e rimos de tudo e bebemos bem.
Entre conversas e conspirações sobre como dominar o mundo, definimos a gravação do butecocast, um podcast diferente com regras fodásticas. Devido ao nível alcoólico, não dá pra saber se a coisa vai render de verdade, mas seria massa se rolasse (lá ele).
As regras do butecocast:
- Só ligaremos o gravador depois da décima cerveja.
- Não tem edição posterior; o que for gravado vai pro ar.
- Vai rolar patrocínio: o bar que liberar “a da casa” ganha link e três paçocas.
Oremos.
PS – Vou inserir, em breve, um blogroll aqui no DGI com os blogs baianos. Tem muita coisa legal que vale a pena ser conhecida. Só não faço isso hoje porque… ah, foda-se, tô com preguiça.
…meia palavra bosta!
Inveja dos franceses…
Se bem que acho o beaujolais meio insossinho.
Sou mais um bom borgonha forte.
Mas tudo é motivo pra beber.
Veja aqui mais sobre essa bebida tão incenssada…