Bordões e copyright
Eu finjo ser esperto e antenado mas eu sou um clichê.
Um personagem de zorra total.
Um amontoado de bordões.
Todo um estilo trabalhado para parecer descontraído.
Até os sonoros “puta-que-pariu-fodeu-a-porra-rei!” que eu solto são milimetricamente estudados.
E aí minha família começa a roubar meus bordões.
Acho chato.
O “ficou chato” inclusive é mais um dos meus bordões. Estudado. Dissecado.
E hoje na boca de minha irmã a três-por-quatro.
Não roubem meus bordões.
Eles são uma das poucas coisas de fato originais que eu consegui criar.
Se eu pudesse, só eu falaria “rei” na Bahia.
5 Comentários em “Bordões e copyright”
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Jorge Martins falou:
29/10/2008 em 12:26Você pode.Eu deixo.E mais dois ou três seres humanos.
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Edson Lucena falou:
29/10/2008 em 12:29Esse “puta-que-pariu-fodeu-a-porra-rei!” me fez lembrar uma sequência bem educativa que costumava usar quando morava em Recife “porra-caralho-vai-tomar-no-cu-filho-da-puta”. Os recifenses são pessoas super tranquilas, detestam palavrões.Teria sequências de palavrões para escrever um livro.
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Edson Lucena falou:
29/10/2008 em 12:30E quanto ao “Jovem”, esse sim é um problema.
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Prefiro, Cris! falou:
29/10/2008 em 17:42Puxa, fiquei triste…depois que eu aprendi a falar rei!

29/10/2008 em 12:25
Poxaaaa… então o q farei se eu não puder te chamar de “jovem”??????????Morri agora!!
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