Essa é gozada
A britânica Sarah Carmen, de 24 anos, afirmou ao jornal “News of the World” que costuma ter até 200 orgasmos por dia.
Sem gozação, viu, por favor…
Saiu aqui
A britânica Sarah Carmen, de 24 anos, afirmou ao jornal “News of the World” que costuma ter até 200 orgasmos por dia.
Sem gozação, viu, por favor…
Saiu aqui
Mentira.
Morra não.
Eu gosto de você e de suas visitas aqui no blog.

Clique pra ver grande. É em inglês. E este blog se orgulha de não ser um blog pau nas nádegas que nem o diário da criação, que pede desculpas por posts em inglês e explica, traduz e os caralho.
Não sabe inglês? O mundo fala inglês.
Morra.
Grato.
via Ice Cream
De hoje até terça que vem, ninguém pode ser preso. A não ser em casos especiais. Mas por bobagem não.
A semana promete. Alguém tem programa pra tonite? Vamo tomar uma?
Teenage angst, título de um post daqui, vem da música do nirvana. Aquela, você sabe, do in utero. Serve the servants:
“Teenage angst has paid off well,
Now i´m bored and old”
(A raiva adolecente gerou uma grana bacana,
Mas agora eu tô chato e velho.)
Tá. Só pra situar.
- E aí, jorge, vai votar em quem?
- No candidato X
- Eca, você vai votar no candidato X?
- Vou. Tem alguma outra opção?
- Puxa, porque você não vota no candidato Y?
- Ele não é uma opção. Ele é da corja de Lula.
- Ah, mas o presidente Lula, daqui a 40 anos, será lembrado como um estadista.
- E o dólar na cueca, ninguém lembra não?
- Mas o bolsa-família, o governo do pt, lula, patati patatá…
- Tá bom.
- Você é de direita!
- e?
- Direita! Você é de direita! DIREITA!
- Tá. Pede outra cerveja?
xxoo
- Velho, não vou discutir política… isso me cansa.
- Por que, Jorge?
- Porque discutir é colocar duas visões em choque pra que uma pessoa mude a opinião da outra, e não tenho o menor interesse em mudar a maneira como você pensa.
- Tudo bem, concordo. Mas você deveria mudar de candidato.
- Jóia.
- Vai mudar?
- O voto é secreto…
xxoo
- Ah, eu vou votar no candidato X.
- Bacana.
- E você, Jorge?
- No candidato Y.
- Ah, mas ele é de direita!
- Sim, e?
- Ah, mas o comunismo é o único sistema de governo que trata as pessoas com igualdade.
- Eu não acho que as pessoas são iguais.
- Ah, sim, claro! Você se acha melhorzinho que todo mundo…
- Não. Me acho pior que alguns e melhor que outros. Mas igual, igual, não.
- Ah, mas todo mundo merece viver com dignidade!
- Concordo.
- Então você concorda com o comunismo, o único sistema que trata todo mundo com dignidade!
- Nego tem dignidade na China? Em Cuba?
- ô
- Então vai morar lá. Sem internet e tomando bala na cabeça.
- Ah, não é assim, e tal. Em Cuba 100% da população é alfabetizada.
- E 100% vive com medo.
- Isso é uma visão arrogante.
- Xô explicar: imagine que a dignidade seja, digamos, uma porção de arroz. Todo mundo tem direito a um punhado de arroz. Isso é fato. Mas o comunismo parte do pressuposto que todo mundo tá satisfeito em ter uma porção de arroz e saber que o seu vizinho também tem. Mas o mundo real é cão, velho. E, tipo, eu não quero só um punhado de arroz. Eu quero uma tv de LCD. Não quero que meu vizinho fique sem arroz, mas se der pra que eu e ele tenhamos arroz e eu ainda puder ter uma tv LCD, tanto melhor. E a TV LCD só compra que for melhor em algum aspecto. Ou mais esperto, ou mais esforçado, ou mais inteligente, ou mais qualquer coisa.
- Ninguém precisa de uma tv de LCD pra viver com dignidade. Basta arroz pra todo mundo.
- Eu viveria de maneira muito mais digna com uma TV LCD.
Tem muita gente que eu conheço que tá arrastando lata.
Tem gente morando em caruaru.
É, minha vida é até bacana.
Eu tenho TV a cabo e um imac.
E não moro em caruaru.
E, segundo o IBGE, sou da elite do país.
resumindo: a vida é uma competição feroz. E olhar pro que a gente não tem faz com que a gente deixe de dar valor pro que tem.
(mas não tome esse post como um jogo do contente: eu sou provavelmente a pessoa mais inconformada com o estado das coisas no mundo)
Nhé.
Mas passa. No geral, eu sou bastante satisfeitinho com minha vida.
Só quando eu passo um dia de cão que nem esse que eu olho pra vida de diversos amigos meus que não tiveram de trabalhar tão cedo e hoje estão na Zoropa ou flanando pelo mundo, estudando cinema em Stutgart ou em cidades com nomes bacanas assim.
Aí eu penso nessas coisas.
Meu pior defeito é minha ambição.
Queria ser rico, influente e inteligente. E bem nascido.
Ou melhor: queria ser mais rico que todo mundo que eu conheço, mais influente que todo mundo que você conhece e mais inteligente que a soma dessas duas galeras.
Bem-nascido é só um detalhe que facilitaria tudo isso.
Pronto falei.